Colocado por: J.FernandesNão. Não faz sentido nenhum que depois de um curto período de serviço público
Colocado por: danobregaIsso é a vossa opinião, e é claramente injusto e até pejorativo acusarem todas as pessoas que se sacrificam pelo bem comum por terem direito a algo que faz todo o sentido.
Colocado por: J.Fernandesde facto os salários de deputado ou governante são baixos - as outras "regalias", o upgrade que o cargo traz à carreira futuramente e as expectativas de negócios mais ou menos claros/escuros, que surgem com a gestão de orçamentos públicos que lhes caiem no colo, são suficientes para que haja sete cães a um osso, sejam eles rafeiros sem carreira ou de raça nobre e já com nome na praça.
Mas é como digo, é tão fácil argumentar para qualquer um dos lados que até mete dó.
Colocado por: j cardosoÉ fácil principalmente para quem não se preocupar grandemente com a coerência do raciocínio que apresenta.
O j cardoso podia ajudar-me a encontrar a falha no meu raciocínio? Agradecia.
Mas é como digo, é tão fácil argumentar para qualquer um dos lados que até mete dó.
Colocado por: danobregaO que vocês não entendem
Colocado por: danobregaO que vocês não entendem é que enquanto não quiserem abdicar de ter um estado que tome a responsabilidade de vos garantir as coisas que vocês consideram "absolutamente imprescindíveis", haverá sempre uma carrada de outras coisas que já não acham imprescindíveis mas o vizinho acha que terão de ser pagas. E a tendência de um sistema destes é haver pressão continua para a quantidade de coisas "absolutamente imprescindíveis" aumentar, e nunca diminuir. Isto, até ao dia que rebentar, claro.
Enquanto quiserem mamar na teta da porca, haverá sempre outras tetas para outros mamarem. E podem não gostar do leitão ao vosso lado, mas é assim a vida.
Acho engraçado que não reconheçam o papel que estava a fazer. Mas é como digo, é tão fácil argumentar para qualquer um dos lados que até mete dó.
Colocado por: j cardosoNo fundo está a pedir-me que justifique a minha afirmação, o que me pareceria absolutamente legítimo se o Danobrega tivesse o o hábito de fazer o mesmo nas suas, nomeadamente nesta
Colocado por: J.Fernandes
Possível explicação: as vantagens que advêm de se exercer tais cargos, ultrapassam em muito o mero valor do salário e explicam que se deixem suspensas carreiras muito melhor pagas. Enquanto assim fôr, temos de partir do princípio que o "pacote remunerativo" no global, está ajustado e que não são precisas mais ajudas como pensões por exemplo. Quando fôr difícil recrutar deputados ou ministros, se calhar é hora de se pensar em aumentar as contrapartidas financeiras.
Essa afirmação afirma (curioso uma afirmação que afirma) que é fácil argumentar qualquer um dos lados. A chave é argumentar, eu tentei, o j cardoso esquivou-se e não apresentou nenhum argumento. Ok. :-)
Já agora, em 2011 a despesa com as pensões dos políticos foi de 9,1 milhões de euros. De 10 para um total de 40.000 vai "um bocadinho". Que eu me lembre o custo da máquina da SS andava nos 400 milhões de euros.
Colocado por: j cardosoAcha então que essa frase é um argumento.
Colocado por: j cardoso
O danobrega desvaloriza os 9,1 milhões por serem uma fatia reduzida do "bolo". Para mim desperdício é sempre desperdício e não depende do seu valor relativo, o que parece acontecer com o danobrega. Por outro lado este "pequeno" desperdício tem sobre si a nódoa de ser o resultado de uma decisão tomada pelos próprios para benefício próprio, o que o danobrega pode ser achar correcto mas eu não.
Colocado por: j cardosoesperava que também aqui o danobrega preferisse o resultado da lei da oferta e da procura
Colocado por: j cardosoPelos vistos há casos em que o danobrega acha dispensáveis os mecanismos de mercado, o que não deixo de ver como uma contradição com o que aqui tem defendido.