um cargo politico será ( ou devia ser) sempre algo temporário e com o espirito de dádiva e convicção pessoal em contribuir para o bem da sociedade.
Facto: os candidatos a um cargo político são um grande número e muito acima das vagas, apesar de serem cargos mal pagos.
Possível explicação: as vantagens que advêm de se exercer tais cargos, ultrapassam em muito o mero valor do salário e explicam que se deixem suspensas carreiras muito melhor pagas.
Enquanto assim fôr, temos de partir do princípio que o "pacote remunerativo" no global, está ajustado e que não são precisas mais ajudas como pensões por exemplo. Quando fôr difícil recrutar deputados ou ministros, se calhar é hora de se pensar em aumentar as contrapartidas financeiras.
Ninguém fica desempregado. Mesmo aqueles que não são funcionários públicos podem, se assim o entenderem, pedir licença sem vencimento. Mas, eles não precisam, todos têm um lugar garantido no regresso à vida civil.
Sim, porque o SNS, a SS, as auto estradas, e tudo o que a maioria das pessoas concorda, não são aquelas que são em seu beneficio. Há é uma dificuldade em concordar com as que beneficiam os outros.
Colocado por: j cardosoEstá equivocado, o SNS, a SS, as auto estradas ... são de abrangência geral, ao contrário do regimeDE EXCEPÇÃOdas reformas dos políticos. Não sei o que pensa disso mas para mim faz toda a diferença.
Colocado por: luisvvO raciocínio só tem uma falha: o "pacote" incluía, até há pouco tempo, as pensões e os subsídios de reintegração.
Colocado por: luisvvAh, e parece que apesar de tudo o pessoal não acha que seja ajustado, na medida em que toda a gente se queixa da "qualidade" do pessoal político.
Colocado por: luisvvE no fim, depois de ter fechado o escritório de advogado ou o gabinete de arquitectura durante 4, 8 ou 12 anos, o marco1 volta todo satisfeito ao mercado.
Colocado por: danobregaE já agora, essas pessoas que são bem sucedidas acumulam a reforma com o salário? Ou a pensão serve apenas de rede, no caso de efectivamente a pessoa não conseguir continuar a carreira que interrompeu?
Colocado por: j cardosoO danobrega desvaloriza os 9,1 milhões por serem uma fatia reduzida do "bolo".
Apontar os canhões para uma regalia profissional de valor tão insignificante parece-me ridículo
Também, e se preferir, qualquer pessoa pode ir para um cargo político, logo o sistema remuneratório dos políticos é de abrangência geral.
Colocado por: j cardosoAh, o Valentim e tal ... até nem é dos piores, há muito dinheiro dinheiro e mais mal gasto por aí. Ele ao menos ainda vai levando os velhinhos a Lisboa de avião
Colocado por: j cardosoParece que não é bem assim, dizem que é necessário fazer parte de um partido ou coisa do género, a actividade política tem uma regras muito próprias ...
Colocado por: PeSilva
A possibilidade de se acumularem subvenções vitalícias com vencimentos no sector privado faz com que gestores de topo beneficiem ainda daquela benesse. Casos de Jorge Coelho, Manuel Dias Loureiro, Armando Vara ou Ângelo Correia.
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2074151
Colocado por: danobregaPenso que o J. Fernandes está a cometer um erro na comparação da utilização do mercado. Lá por ter muita gente a tentar concorrer para um cargo não quer dizer que o valor deva descer. Primeiro tem de saber quantas pessoas é que têm competência para ir lá parar, e depois tem de entender que as pessoas que o empregador quer escolher podem não querer trabalhar por menos.
Colocado por: danobregaA concorrência teria de ser feita a nível da prestação de serviços, qualquer coisa como ter pelo menos dois governos, e ter as pessoas a poder optar consumir os serviços de um deles ou até de nenhum. Qualquer "governo" que não conseguisse angariar receitas suficientes para pagar os salários dos seus colaboradores ia à falência. Num modelo destes um governo que produzisse melhores resultados até teria dinheiro suficiente para pagar muito salários muito mais elevados.
Colocado por: J.FernandesA concorrência está lá. Os partidos políticos, nomeadamente, os que têm formado governos sucessivos, que mais são que concorrentes?
Em economia, concorrência corresponde à situação de um mercado em que os diferentes produtores/vendedores de um determinado bem ou serviço actuam de forma independente face aos compradores/consumidores, com vista a alcançar um objectivo para o seu negócio – lucros, vendas e/ou quota de mercado – utilizando diferentes instrumentos, tais como os preços, a qualidade dos produtos, os serviços após venda.
Mas isso é uma boa parte da população idosa que toda a vida trabalhou no campo.
O que axo mal é os que nunca descontaram e que não descontam e estão a receber.... isso é que está mal...