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  1.  # 21

    Pergunta: também é contra os benefícios fiscais a quem tem despesas de saúde ?

    Não, não sou contra.
    Mas é diferente. Ninguém fica doente por opção pessoal. Qualquer está sujeito a isso.
    Mas já é opção pessoal de cada um de nós termos ou não filhos.
  2.  # 22

    Colocado por: euUma das novidades é a inclusão no IRS de um coeficiente familiar de 0,3 por cada filho . É uma medida muito justa que vai reduzir os impostos às famílias com filhos. Completamente de acordo!


    Isso não está no orçamento de 2015. Até ver é propaganda.
    • eu
    • 16 outubro 2014 editado

     # 23

    Colocado por: TyrandeMas é diferente. Ninguém fica doente por opção pessoal.

    A motivação não interessa para nada. E na realidade, muitos ficam doentes em função de estilos de vida que são opção pessoal.

    Pergunta: e quem tem filhos "por acidente" ? Esses, como não foi opção pessoal, já merecem benefícios fiscais?
    • eu
    • 16 outubro 2014

     # 24

    Colocado por: danobregaIsso não está no orçamento de 2015. Até ver é propaganda.

    Sim, este trabalho está a ser feito num regime autónomo: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=24&did=164974
  3.  # 25

    Colocado por: eu
    Sim, este trabalho está a ser feito num regime autónomo:http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=24&did=164974


    Então, esquece lá isso. Achas que vai haver margem para descer o IRS pago por uma família com 2 filhos em 23%?

    Nota: Não sei bem como funciona o coeficiente mas fiz a conta assim: 1 - (2 / 2,6)
    • eu
    • 16 outubro 2014

     # 26

    Colocado por: danobregaEntão, esquece lá isso. Achas que vai haver margem para descer o IRS pago por uma família com 2 filhos em 23%?

    Para já, é a proposta que está em cima da mesa. Não vi ninguém do governo desmentir.

    Mas, sim, "ver para crer" ;)
  4.  # 27

    não se preocupam o Portas já anda a negociar o proximo afundamento das nossas riquesas e que em outros topicos já foram ignoradas pelos mestres ...

    depois da venda do Peixe no mar dos Açores , depois de remeterem as embarcações encostadas á costa e fazerem o cerco aqui eis que está em vias de acertar o acordo para expropriar o Fundo dos Açores 60 mil milhões anuais lol deve dar para ficar-mos sem impostos , não ?
  5.  # 28

    O quê?!
  6.  # 29

    Colocado por: branco.valterO quê?!


    há uns anos atrás eu vinha e aliás venho dizendo que Portugal era um país super rico se tivesse alguem que olha-se verdadeiramente para o seu país , infelizmente é cada aldrabão e cada ladrão que até mete dó ... somos os melhores a roubar nisso não tenho duvidas é a classe politica que existe em Portugal .

    em tempos dizia eu que Portugal era rico em tudo , espaço , ouro, peixe , entre outros tesouros ... sempre disse que sabia desde criança ( 12 , 13 anos ) que a costa Portuguesa e o mar dos Açores tinha muito Petroleo ... simplesmente estudei nestes tempos com um filho de um tipo importante da Marinha que fazia um levantamento do mar , há petroleo com fartura e muitos tipos de metais , ouro , cobre , ferro , prata enfim ... se pesquisarem pelas noticias vão encontrar .
    Existe uma empresa Canadiana que veio explorar o mar dos Açores de modo a confirmar tudo isso em 2012

    actualmente como os nossos governantes são uns ladrões do melhor tipo isto está a ser discutido pelo seguinte entrave ..." Quem manda no mar dos Açores " de lembrar que a região é autonoma com os 250 M € que o governo central atira todos os anos para pagar os seus subordinados porque é para isso que vai o dinheiro cá ...

    foi feitas as contas e parece que este é o valor a pagar anualmente durante 3 anos + 2 de opção ora vejamos 300 mil milhões € por 5 epocas ahahahahahah quem será que vai roubar mais !?

    depois existe a costa do Algarve ui ui vi aqui alguem a dizer que eu era maluco e que o Algarve não tinha nada e o que tinha não era rentavel , pois bem se a costa de africa tem petroleo o Algarve tambem tem e penso que jorra nas ruas até mas isso foi bem abafadinho ninguem sabe de nada ahahahaha ou não querem saber ?
    é preferivel levar um país á miséria com os bolsos cheios .

    tambem para dizer que uma empresa Americana recolhe algas marinhas para a Area da saude e cosmetica , desconhece-se os valores do negocio e quem recebe os ditos .
  7.  # 30

    Rafaelisidoro se estás a falar da exploração de recursos petroliferos na costa Portuguesa, segundo li algures o ponto mais interessante será no Algarve.

    http://www.publico.pt/economia/noticia/brasileira-petrobras-desiste-da-prospeccao-de-petroleo-em-portugal-1612068

    http://www.ionline.pt/artigos/portugal/associacao-lanca-peticao-contra-prospeccao-exploracao-petroleo-no-algarve
  8.  # 31

    Colocado por: branco.valterRafaelisidoro se estás a falar da exploração de recursos petroliferos na costa Portuguesa, segundo li algures o ponto mais interessante será no Algarve.

    http://www.publico.pt/economia/noticia/brasileira-petrobras-desiste-da-prospeccao-de-petroleo-em-portugal-1612068

    http://www.ionline.pt/artigos/portugal/associacao-lanca-peticao-contra-prospeccao-exploracao-petroleo-no-algarve
    não é nada disso , procura pela canadiana que explora em terrenos Portugueses ... penso ser os mesmo que irão certamente dar cabo do mar dos Açores ...
    • eu
    • 16 outubro 2014

     # 32

    Colocado por: danobregaEntão, esquece lá isso. Achas que vai haver margem para descer o IRS pago por uma família com 2 filhos em 23%?

    Acabou de ser aprovado em conselho de Ministros.
  9.  # 33

    Colocado por: euAcabou de ser aprovado em conselho de Ministros.


    mmmm, ainda não me acredito. :) ehehe
    Concordam com este comentário: eu
  10.  # 34

  11.  # 35

    Colocado por: eu
    Acabou de ser aprovado em conselho de Ministros.


    Não me parece que as contas possam ser feitas assim...
    • eu
    • 16 outubro 2014 editado

     # 36

    Colocado por: becas
    Não me parece que as contas possam ser feitas assim...

    Só se o conceito de coeficiente conjugal mudou entretanto: http://economiafinancas.com/2011/o-que-e-o-coeficiente-conjugal/

    Ou, num outro artigo (http://ruadaconstituicao.wordpress.com/2013/09/16/a-fiscalidade-e-a-familia-em-portugal-parte-ii-o-coeficiente-conjugal/):

    "O Código do IRS prevê o chamado «quociente conjugal» (artigo 69.º [7]), que funciona da seguinte forma: os rendimentos dos dois «produtores» são somados e divididos por dois, e aí se determina a taxa a aplicar, taxa que se aplica, contudo, à totalidade dos rendimentos (portanto, a divisão por dois — o quociente conjugal — afecta apenas a taxa, não o montante do rendimento).

    Qual o sentido do mecanismo? Note-se que ele apenas tem impacto quando os montantes de rendimentos dos dois «produtores» são bastante distintos entre si, vulgo «quando um ganha muito mais do que o outro», e, no limite, quando um dos «produtores potenciais» não tem rendimentos, seja por vontade própria ou por contingência externa (e.g. desemprego, doença, incapacidade).

    Uma reflexão cuidada deste mecanismo leva-nos a entender que o seu sentido mais profundo é que a progressividade do imposto não pode operar no contexto intra-familiar, ou seja, não há redistribuição a fazer pelo Estado no contexto intra-familiar, mas o «núcleo produtivo» da família responde como um só perante o mecanismo de progressividade que visa minorar as desigualdades (de rendimento e de riqueza, como já referimos), mais do que entre os cidadãos, entre as famílias.

    De facto, subjacente à estrutura do IRS, bem como, mais concretamente, ao mecanismo do coeficiente conjugal, estão uma série de princípios que têm impactos muito concretos no funcionamento do imposto. Ou seja: as coisas poderiam ser de outra forma. O exemplo mais claro é: poderia não haver coeficiente conjugal. Levado o individualismo ao extremo, o quociente conjugal não faz sentido, pois funciona, efectivamente, como um subsídio à família.

    Outra possibilidade seria extremar os efeitos do quociente conjugal, usando o quociente não apenas para a determinação da taxa mas também na determinação do rendimento — ou seja, dividindo o rendimento por dois, ou, outra possibilidade, por dois (os cônjuges) mais o número de filhos. Esta solução parece inadequada, ao tornar o número de elementos do agregado familiar de facto o principal factor na determinação do imposto a pagar, canibalizando a progressividade do imposto.

    Deveras? Mas não deveria o imposto promover a redução das desigualdades, não apenas no rendimento, mas também na riqueza? Ora, a educação dos filhos — e as crianças são indispensáveis para a continuação da sociedade — não implica pesados custos para as famílias? Não deveriam as famílias com (ou com mais) filhos pagar, caeteris paribus, menos impostos que uma família sem (ou com menos) filhos?"
  12.  # 37

    Colocado por: branco.valterRafael?

    http://www.portugalglobal.pt/PT/PortugalNews/RevistaImprensaNacional/Investimento/Documents/Canadiana%20Nautilus_DE041212.pdf
    é dentro deste seguimento , o entrave é quem recebe o Dinheiro .
  13.  # 38

    Colocado por: eu
    Para já, é a proposta que está em cima da mesa. Não vi ninguém do governo desmentir.

    Mas, sim, "ver para crer" ;)


    Pronto, já entendi o que é que se passa. A minha conta não tem nada a ver com nada. O coeficiente diminui o escalão de IRS, não diminui o rendimento colectável (como devia ser óbvio). Ainda não entendi qual o efeito na prática para um casal com dois salários médios (900€ x 2) e dois filhos mas de certeza que amanhã ou além já ai andam calculadoras.
  14.  # 39

    Vá comessem este ano a colecionar sacos de plástico para os terem disponíveis no próximo, até podem fazer negocio no mercado negro.
    • jpvng
    • 16 outubro 2014 editado

     # 40

    para mim lixo vai ser de balde...10 cêntimos???? mas isto é verdadeiro??
    é real??? Reciclagem acabou também. nem o vidro vou separar..que o façam eles. Vão roubar o raio que os parta. Liberaizecos de meia tigela. Não há condições para baixar impostos aos trabalhadores mas há condições para baixar ás empresas. Porque não fazê-lo a todos?

    Impostos para andar a pagar as clientelas que vivem à custa de quem trabalha.
 
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