Não fui eu que pus em causa se leu ou não leu e que eu saiba eu conheço-o tanto como você a mim.
Em relação à CCS continua no ridículo mas enfim é consigo.
Em termos de regras, querer fazer uma reforma sem prejudicar ninguém é a mesma coisa que dizer que a reforma do estado do Paulo Portas é um documento exemplar que deveria ser seguido em todo o mundo.
Volto a dizer, não li o documento e guio-me pelo que vou vendo/ouvido, mas a trapalhada que veio depois da apresentação, faz-me pensar que a dita reforma é para ser feita ao sabor dos ventos ou das criticas que se lhe vão sendo feitas o que inevitavelmente lhe dará o mesmo fim da reforma do estado do Paulo Portas.
- deduções com habitação acabam depois já não acabam.
- deduções com educação acabam e entram nas despesas gerais, depois voltam a um item próprio, tendo inclusive o seu valor máximo aumentado.
- quem se sentir prejudicado com a reforma pode dizer que não a quer.
Colocado por: Rodri12http://www.noticiasaominuto.com/economia/297379/tem-ppr-entao-prepare-se-para-o-que-ai-vem
Fiscalidade Verde encarece gasóleo em 5 cêntimos e gasolina 6,5 cêntimos por litro
Colocado por: Rodri12Mais vale ter o € guardado debaixo do colchão...
http://www.noticiasaominuto.com/economia/297379/tem-ppr-entao-prepare-se-para-o-que-ai-vem
..Mas não ficou por aqui. Foi mais longe questionando: “Porque é que aqueles que todos os dias informam os portugueses e informam mal não hão de dar a mão à palmatória, não hão de pedir desculpa e não dão aos portugueses um direito a ter uma informação isenta e rigorosa?”
Colocado por: jpvngDeclarações recentes de Coelho.mas o que fez Passos Coelho ?
Mas será que este sem vergonha, este mentiroso sem escrúpulos não se olha no espelho? será que tem coragem e moral para dizer uma coisa destas?? depois de tudo o que fez??
Não tem vergonha!!
Colocado por: rafaelisidoromas o que fez Passos Coelho ?
A despesa pública diminuiu entre 2011 e 2014? Diminuiu. Contudo, convém ver de que tipo de despesa estamos a falar. Segundo os números da Ameco, já com extrapolação (possivelmente generosa) para o ano em curso, essa redução é de cerca de 4,8 mil milhões de euros (de 84,4 mil milhões, em 2011, para 79,6 mil milhões, em 2014), o que, em percentagem do PIB, dá 2,2 pontos percentuais. Mas a que se deve a parte de leão desse corte? Reorganização de serviços? Redução de funcionários? Dieta de custos intermédios? Não: corresponde a uma diminuição gigantesca no investimento público, que passou de 6,8 mil milhões em 2011 (4% do PIB) para 3,5 mil milhões em 2014 (2,1% do PIB). Ou seja, se aos 2,2 pontos percentuais de cortes na despesa retirarmos estes 1,9 de investimento, sobra-nos uns magríssimos 0,3 pontos percentuais de corte efectivo de despesa na estrutura do Estado.
Em relação a esse assunto a melhor resposta que li:
Patético e preguiçoso me confesso
Colocado por: luisvvÉ talvez a melhor, mas será rigorosa?
Colocado por: rafaelisidorosabem o que eu acho , o problema está naqueles que entravam tudo e mais alguma coisa , o problema não está em quem resolve nem está em quem quer resolver , está na falta de justiça de quem deixa acontecer ...
somos um país de corruptos conhecido da pior maneira ...cheio de gente que não produz e não deixa produzir ...
se os jornais falam a verdade são castigados , porem se falam uma verdade distorcida tambem são castigados e se falam mentiras tambem são castigados ...
Portugal é um país cheio de desigualdades enquanto isso não for resolvido é este o clima que vamos viver ... se os erros do passado originaram o mau momento financeiro e social que vivemos no presente cabe ao governo actual ou futuro remediar as coisas , se por motivo isto não acontece não podemos apontar um dedo que fosse a quem lá está !
Não verifiquei os dados.
Por alto pareceram-me bem.
Estão errados?
Colocado por: Carvaimas nunca ninguém vai mudar nada, porque os políticos não têm tomates e também vivem á conta do Estado e porque os juízes também funcionários públicos não deixam.
Admitindo que os números estão bem, p ara ser rigoroso, devia tomar como ponto de partida 2010, o último ano antes de PPC, e devia ter também em conta que nas despesas há mais que um grande grupo com aumentos e com reduções.
Escolher o "investimento", como se tivesse sido o único grupo reduzido é pouco rigoroso.
Colocado por: luisvvUm dos exemplos mais grosseiros é a constante referência ao aumento da dívida pública desde 2011, e o tom indignado de quem diz que em 3 anos passou de 90% para mais de 130% do PIB, como prova de "fracasso da política do governo". É algo repetido tantas vezes, inclusive por gente com responsabilidades partidárias, que parece uma verdade incontestável -mas é factualmente incorrecto, logo desonesto, invocá-lo, sem referir que parte significativa desse aumento resulta de ter sido posta à vista dívida já existente, mas que estava escondida em empresas públicas, p.ex.