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  1.  # 241


    Não fui eu que pus em causa se leu ou não leu e que eu saiba eu conheço-o tanto como você a mim.
    Em relação à CCS continua no ridículo mas enfim é consigo.


    Exactamente. Você continue convencido que a CCS conhece o documento que está a comentar, que eu continuo com a certeza de que não o fez.



    Em termos de regras, querer fazer uma reforma sem prejudicar ninguém é a mesma coisa que dizer que a reforma do estado do Paulo Portas é um documento exemplar que deveria ser seguido em todo o mundo.
    Volto a dizer, não li o documento e guio-me pelo que vou vendo/ouvido, mas a trapalhada que veio depois da apresentação, faz-me pensar que a dita reforma é para ser feita ao sabor dos ventos ou das criticas que se lhe vão sendo feitas o que inevitavelmente lhe dará o mesmo fim da reforma do estado do Paulo Portas.
    - deduções com habitação acabam depois já não acabam.
    - deduções com educação acabam e entram nas despesas gerais, depois voltam a um item próprio, tendo inclusive o seu valor máximo aumentado.
    - quem se sentir prejudicado com a reforma pode dizer que não a quer.


    Está a esquecer que era assumido que ia haver perda de receita, compensada com a famosa "fiscalidade verde", portanto o pressuposto de que é possível reduzir aqui para compensar acolá torna razoável a ideia de que ninguém pagasse mais IRS - embora, saliente-se, a proposta da comissão efectivamente aumentasse um pouco o IRS a algumas classes de contribuintes.

    Dito isto, é natural que na discussão final tenham entrado em linha de conta com outro tipo de considerações, o que desvirtuou a proposta inicial - embora a comissão tivesse vários cenários.
    Como dizia o responsável da comissão, somos o país do sol na eira e chuva no nabal.
  2.  # 242

    • eu
    • 28 outubro 2014

     # 243

    Colocado por: Rodri12http://www.noticiasaominuto.com/economia/297379/tem-ppr-entao-prepare-se-para-o-que-ai-vem

    Pois eu acho muito bem. Os PPR foram durante muitos anos tudo menos "poupança reforma".
    Concordam com este comentário: treker666, Bricoleiro
  3.  # 244

    http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=4203675

    Fiscalidade Verde encarece gasóleo em 5 cêntimos e gasolina 6,5 cêntimos por litro


    Optimo.
  4.  # 245

    Colocado por: Rodri12Mais vale ter o € guardado debaixo do colchão...

    http://www.noticiasaominuto.com/economia/297379/tem-ppr-entao-prepare-se-para-o-que-ai-vem

    Depois admiram-se do Coelho chamar mentirosos e incompetentes aos jornalistas. Um titulo de m+rda desmentido num texto de quem não sabe ler.
    Os JUROS dos PPR sempre pagaram 21,5% de IRS e os JUROS dos depósitos a prazo pagam 28%. Antigamente os PPR tinham um beneficio fiscal quando eram constituídos que no caso de Reembolso Antecipado era obrigado a devolver parte desse beneficio. Como isto acabou o que vai passar a acontecer é que em caso de REEEMBOLSO ANTECIPADO os JUROS obtidos pagam 28 em vez de 21,5%. Mas os jornalecos têm SEMPRE razão de "modes" que depois publicam outro titulo a dizer que o governo recuou...
    Concordam com este comentário: eu, Bricoleiro
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Rodri12
  5.  # 246

    Declarações recentes de Coelho.
    ..Mas não ficou por aqui. Foi mais longe questionando: “Porque é que aqueles que todos os dias informam os portugueses e informam mal não hão de dar a mão à palmatória, não hão de pedir desculpa e não dão aos portugueses um direito a ter uma informação isenta e rigorosa?”



    Mas será que este sem vergonha, este mentiroso sem escrúpulos não se olha no espelho? será que tem coragem e moral para dizer uma coisa destas?? depois de tudo o que fez??


    Não tem vergonha!!
  6.  # 247

    Colocado por: jpvngDeclarações recentes de Coelho.



    Mas será que este sem vergonha, este mentiroso sem escrúpulos não se olha no espelho? será que tem coragem e moral para dizer uma coisa destas?? depois de tudo o que fez??


    Não tem vergonha!!
    mas o que fez Passos Coelho ?
  7.  # 248

    Colocado por: rafaelisidoromas o que fez Passos Coelho ?


    Em relação a esse assunto a melhor resposta que li:
    Patético e preguiçoso me confesso
    A despesa pública diminuiu entre 2011 e 2014? Diminuiu. Contudo, convém ver de que tipo de despesa estamos a falar. Segundo os números da Ameco, já com extrapolação (possivelmente generosa) para o ano em curso, essa redução é de cerca de 4,8 mil milhões de euros (de 84,4 mil milhões, em 2011, para 79,6 mil milhões, em 2014), o que, em percentagem do PIB, dá 2,2 pontos percentuais. Mas a que se deve a parte de leão desse corte? Reorganização de serviços? Redução de funcionários? Dieta de custos intermédios? Não: corresponde a uma diminuição gigantesca no investimento público, que passou de 6,8 mil milhões em 2011 (4% do PIB) para 3,5 mil milhões em 2014 (2,1% do PIB). Ou seja, se aos 2,2 pontos percentuais de cortes na despesa retirarmos estes 1,9 de investimento, sobra-nos uns magríssimos 0,3 pontos percentuais de corte efectivo de despesa na estrutura do Estado.
  8.  # 249


    Em relação a esse assunto a melhor resposta que li:
    Patético e preguiçoso me confesso



    É talvez a melhor, mas será rigorosa?
  9.  # 250

    Colocado por: luisvvÉ talvez a melhor, mas será rigorosa?


    Não verifiquei os dados.
    Por alto pareceram-me bem.
    Estão errados?
  10.  # 251

    sabem o que eu acho , o problema está naqueles que entravam tudo e mais alguma coisa , o problema não está em quem resolve nem está em quem quer resolver , está na falta de justiça de quem deixa acontecer ...

    somos um país de corruptos conhecido da pior maneira ...cheio de gente que não produz e não deixa produzir ... se os jornais falam a verdade são castigados , porem se falam uma verdade distorcida tambem são castigados e se falam mentiras tambem são castigados ...

    Portugal é um país cheio de desigualdades enquanto isso não for resolvido é este o clima que vamos viver ... se os erros do passado originaram o mau momento financeiro e social que vivemos no presente cabe ao governo actual ou futuro remediar as coisas , se por motivo isto não acontece não podemos apontar um dedo que fosse a quem lá está !
  11.  # 252

    Colocado por: rafaelisidorosabem o que eu acho , o problema está naqueles que entravam tudo e mais alguma coisa , o problema não está em quem resolve nem está em quem quer resolver , está na falta de justiça de quem deixa acontecer ...

    somos um país de corruptos conhecido da pior maneira ...cheio de gente que não produz e não deixa produzir ...


    Até aqui penso de igual forma sem tirar nem pôr, não podia estar mais de acordo com essas palavras,


    se os jornais falam a verdade são castigados , porem se falam uma verdade distorcida tambem são castigados e se falam mentiras tambem são castigados ...

    Portugal é um país cheio de desigualdades enquanto isso não for resolvido é este o clima que vamos viver ... se os erros do passado originaram o mau momento financeiro e social que vivemos no presente cabe ao governo actual ou futuro remediar as coisas , se por motivo isto não acontece não podemos apontar um dedo que fosse a quem lá está !


    Os jornais pelo que vejo não são castigados quando dizem o que o povo gosta de ler, ou seja, notícias que vendem é o próprio consumidor que as pede, seja verdade ou mentira, até creio que as menos verdadeiras são mais apelativas. E aqui o problema é da falta de instrução e educação de grande parte de povo, que prefere julgar a notícia como mais gosta em vez de tentar ir buscar a verdade à notícia e mais importante ainda, procurar saber se o que leu tem veracidade ou não antes de ir dizer ao vizinho só porque acha que está a distribuir palavras mediáticas.
  12.  # 253

    os jornais não , os jornalistas é que são lol alguem leva sempre o castigo ...
  13.  # 254

    eu gostava de ver ideias aqui de como reduzir nas despesas publicas ? mas em primeiro lugar temos que saber o que são despesas publicas ????? e depois saber o que são despesas dispensáveis ou indispensáveis ...
    eu juro que não percebo a falta de um carro de bombeiros contra o excesso de carros de luxo para uso privado e profissional dos politicos ...
    assim como não percebo o encargo demais para um politico vs a falta de medicos num hospital ...

    não percebo o Porquê da impunidade da politica ...

    eu ficaria cansado , ainda um dia destes descobri que a minha ilha tem um museu de aviação lol ahahahahahah tem 4 ou 5 Empregados que não fazem nada todo o dia e o mais grave só temos uma unica companhia aérea cá ...mais facilmente se fazia uma historia à Sata ...depois temos os centros de saúde sem dinheiro para comprar gaze ...
    Concordam com este comentário: Bricoleiro
  14.  # 255


    Não verifiquei os dados.
    Por alto pareceram-me bem.
    Estão errados?


    Admitindo que os números estão bem, p ara ser rigoroso, devia tomar como ponto de partida 2010, o último ano antes de PPC, e devia ter também em conta que nas despesas há mais que um grande grupo com aumentos e com reduções.
    Escolher o "investimento", como se tivesse sido o único grupo reduzido é pouco rigoroso.
  15.  # 256

    A OCDE já disse o que era preciso para diminuir a despesa do Estado - despedir funcionários públicos e diminuir as prestações sociais.
    Toda a gente sabe disso até porque representam 80% da despesa dos Estado. Passamos a vida a discutir trocos mas nunca ninguém vai mudar nada, porque os políticos não têm tomates e também vivem á conta do Estado e porque os juízes também funcionários públicos não deixam.
    De vez em quando fazem umas tentativas de reformas mas ou são apenas mudanças de nomes ou se mexem nalguma coisa levam logo com um boicote do aparelho instalado - ver casos da Justiça e Educação.
    Quando o Sócrates começou a governar o Ministério da Agricultura tinha mais funcionários do que havia de agricultores registados em Portugal. Criou uma lei para dispensar alguns mas durou pouco. O aparelho estatal caiu-lhe em cima e não se falou mais nisso.
    O mesmo Sócrates tentou mexer nas ferias e outras regalias pornográficas dos juízes - levou logo com o Freeport em cima e não se fala mais nisso. Como não conseguiram arranjar nenhum processozito á atual ministra até arranjaram uns informáticos na PJ para compor a coisa. Lembram-se que o processo do Freeport também começou com um cambalacho entre um vereador do CDS e um agente da PJ.
  16.  # 257

    Colocado por: Carvaimas nunca ninguém vai mudar nada, porque os políticos não têm tomates e também vivem á conta do Estado e porque os juízes também funcionários públicos não deixam.


    há Boca santa ... o problema não é falta de tomates , o problema é quem não deixa fazer a reforma ...
    eu até percebo mas !!!!????? se eu fosse 1º Ministro fazia uma coisa especial , aumentava o ordenado minimo na privada para 3000€ falia a segurança social e entregava isso tudo nas mãos dos juises ... haveria-mos de ver o quanto abdicavam das suas regalias mas se fazer uma reforma urgente ...
  17.  # 258


    Admitindo que os números estão bem, p ara ser rigoroso, devia tomar como ponto de partida 2010, o último ano antes de PPC, e devia ter também em conta que nas despesas há mais que um grande grupo com aumentos e com reduções.
    Escolher o "investimento", como se tivesse sido o único grupo reduzido é pouco rigoroso.


    Dito isto, é perfeitamente natural que comentadores e jornalistas discordem de opções concretas ou genéricas do Governo e que as critiquem.
    Mas conviria que as críticas fossem feitas recorrendo a factos e números correctos. Todos os dias, nos 2 jornais diário que leio, ou nos noticiários televisivos, me apercebo de críticas com base em erros factuais grosseiros, que são repetidos à exaustão - não é difícil reconhecer exemplos daquilo que PPC refere.

    Um dos exemplos mais grosseiros é a constante referência ao aumento da dívida pública desde 2011, e o tom indignado de quem diz que em 3 anos passou de 90% para mais de 130% do PIB, como prova de "fracasso da política do governo". É algo repetido tantas vezes, inclusive por gente com responsabilidades partidárias, que parece uma verdade incontestável - mas é factualmente incorrecto, logo desonesto, invocá-lo, sem referir que parte significativa desse aumento resulta de ter sido posta à vista dívida já existente, mas que estava escondida em empresas públicas, p.ex.
    Concordam com este comentário: eu, mog, Carvai
    • eu
    • 29 outubro 2014 editado

     # 259

    Colocado por: luisvvUm dos exemplos mais grosseiros é a constante referência ao aumento da dívida pública desde 2011, e o tom indignado de quem diz que em 3 anos passou de 90% para mais de 130% do PIB, como prova de "fracasso da política do governo". É algo repetido tantas vezes, inclusive por gente com responsabilidades partidárias, que parece uma verdade incontestável -mas é factualmente incorrecto, logo desonesto, invocá-lo, sem referir que parte significativa desse aumento resulta de ter sido posta à vista dívida já existente, mas que estava escondida em empresas públicas, p.ex.

    Além dessa dívida escondida posta à vista, há um outro pormenor que escapa à maior parte dos... "comentadores".

    Em 2011, os cofres do Estado estavam praticamente vazios, já não havia dinheiro para pagar as próximas tranches de dívida que estavam a atingir a maturidade (por isso que é foi pedida a ajuda - o país estava à beira do incumprimento). Atualmente, pelo contrário, o IGCP tem provisões no valor de milhares de milhões de euros, que devem entrar também nas contas.

    No fundo, esta analogia ilustra bem o que se passa:

    O Zé tem uma dívida bancária de 90 mil euros e zero na conta à ordem
    O Pedro tem uma dívida bancária de 130 mil euros mas 30 mil na conta à ordem

    Sim, o Pedro tem uma dívida maior, mas não basta comparar 90 com 130.
  18.  # 260

    Além de ter sido posta à vista dívida já existente de empresas públicas, eu acrescentaria PPP, aumento das reservas de segurança do estado e ao empréstimo pedido à Troika.
    Concordam com este comentário: eu
 
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