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      larkhe
    • 1 abril 2016 editado

     # 121

    Colocado por: CMartinTodos, Olá,

    Só para deixar claro : Não tenho nada contra a Casa Portuguesa, tradicional, aquela que existe no nosso imaginário. Muito pelo contrário. Gosto do folclore quase a cair no kitsch, o amoroso dos vasos, o ferro para amarrar o burro..os materiais tradicionais.

    Gosto também da casa portuguesa reinterpretada numa versão moderna de microcimento, preto, o zinco que o zé mostrou e que refere o Castela, e outros. No entanto, essa para mim já não é a Casa Portuguesa do meu coração. Gosto de vê-la, gosto para os outros, mas, até inadvertidamente e sem pensar, as minhas escolhas pessoais e por intuito recaem sempre na típica ou tradicional arquitectura que conhecemos como sendo A Casa Portuguesa. O "puro e duro" é a minha preferência.




    Gosto,
    especialmente do SI em letras Brancas sobre fundo vermelho.
  1.  # 122

    Colocado por: CMartinTodos, Olá,

    Só para deixar claro : Não tenho nada contra a Casa Portuguesa, tradicional, aquela que existe no nosso imaginário. Muito pelo contrário. Gosto do folclore quase a cair no kitsch, o amoroso dos vasos, o ferro para amarrar o burro..os materiais tradicionais.

    Gosto também da casa portuguesa reinterpretada numa versão moderna de microcimento, preto, o zinco que o zé mostrou e que refere o Castela, e outros. No entanto, essa para mim já não é a Casa Portuguesa do meu coração. Gosto de vê-la, gosto para os outros, mas, até inadvertidamente e sem pensar, as minhas escolhas pessoais e por intuito recaem sempre na típica ou tradicional arquitectura que conhecemos como sendo A Casa Portuguesa. A Casa Portuguesa "pura e dura" é a minha preferência.



    O primeiro parágrafo, poderia ser integralmente escrito por mim (ou por outro), a CMartin, naturalmente, não precisa de o fazer. :)
    Em relação ao segundo parágrafo, fica sempre a questão, já muito discutida, do que é a casa portuguesa, e é mesmo do que é e não do que era, ou seja, seja qual for o "conceito" de "casa portuguesa" esse conceito será sempre mutável e evolutivo, quando se fala em "moderno" ou "contemporâneo" é também pelas razões que os próprios nomes indicam, ou seja estamos neste tempo e não num tempo do passado, tudo evolui, pelo que porque é que uma casa de microcimento, zinco, betão, não poderá ser uma "casa portuguesa" hoje?
  2.  # 123

    Colocado por: Castela
    Em relação ao segundo parágrafo, fica sempre a questão, já muito discutida, do que é a casa portuguesa, e é mesmo do que é e não do que era, ou seja, seja qual for o "conceito" de "casa portuguesa" esse conceito será sempre mutável e evolutivo, quando se fala em "moderno" ou "contemporâneo" é também pelas razões que os próprios nomes indicam, ou seja estamos neste tempo e não num tempo do passado, tudo evolui, pelo que porque é que uma casa de microcimento, zinco, betão, não poderá ser uma "casa portuguesa" hoje?


    Sei o que diz.

    Há uns tempos, e acho que já falei nisto algumas vezes, li um contributo, se não me engano, de antonylemos, um dos arquitectos do forum, no qual dizia que não havia a casa portuguesa. Fiquei quase ofendida, (se ler isto antonylemos, é bom, é apenas material para discussão acrescentada). Hoje, e apenas reforçado pelo que diz Castela, dou razão ao antonylemos, a casa portuguesa não existe.
    Hoje o que existe é uma arquitectura até homogénea no estilo, que se repete em Portugal ou noutro país qualquer do mundo. Se calhar com um ou outro preciosismo caracterísitico mas que não chega a ser diferenciador entre as restantes arquitecturas.
    A Casa Portuguesa tradicional é a única casa portuguesa, porque tudo o que veio depois disso, para mim, não se distingue da restante arquitectura como o fez, indiscutivelmente, a primeira ou original casa portuguesa.
    A arquitectura portuguesa hoje não se distingue especialmente das outras no estilo. Sim, é a evolução da humanidade no sentido da globalização.

    O modernizarmos uma casa velha é, assim, descaracterizá-la, de qualquer ângulo que queira ou prefira ver a questão.
    Se é mau. É. Do ponto de vista da pureza arquitectónica, e dos puristas.
    Se é mau apreciarmos uma casa portuguesa adaptada ao nosso ser mais contemporâneo, não acho que seja crime e não acho que seja feio. Há coisas bem interessantes. Não é, é a Casa Portuguesa.
  3.  # 124

    Colocado por: CMartin

    Sei o que diz.

    Há uns tempos, e acho que já falei nisto algumas vezes, li um contributo, se não me engano, de antonylemos, um dos arquitectos do forum, no qual dizia que não havia a casa portuguesa. Fiquei quase ofendida, (se ler isto antonylemos, é bom, é apenas material para discussão acrescentada). Hoje, e apenas reforçado pelo que diz Castela, dou razão ao antonylemos, a casa portuguesa não existe.
    Hoje o que existe é uma arquitectura até homogénea no estilo, que se repete em Portugal ou noutro país qualquer do mundo. Se calhar com um ou outro preciosismo caracterísitico mas que não chega a ser diferenciador entre as restantes arquitecturas.
    A Casa Portuguesa tradicional é a única casa portuguesa, porque tudo o que veio depois disso, para mim, não se distingue da restante arquitectura como o fez, indiscutivelmente, a primeira ou original casa portuguesa.
    A arquitectura portuguesa hoje não se distingue especialmente das outras no estilo. Sim, é a evolução da humanidade no sentido da globalização.

    O modernizarmos uma casa velha é, assim, descaracterizá-la, de qualquer ângulo que queira ou prefira ver a questão.
    Se é mau. É. Do ponto de vista da pureza arquitectónica, e dos puristas.
    Se é mau apreciarmos uma casa portuguesa adaptada ao nosso ser mais contemporâneo, não acho que seja crime e não acho que seja feio. Há coisas bem interessantes. Não é, é a Casa Portuguesa.


    Não me parece que seja tanto assim...
    Voltamos outra vez à definição de casa portuguesa...
    Acrescentou uma ligeira mas importante nuance que foi o "tradicional", ficando assim a expressão "casa Portuguesa Tradicional"
    E eu pergunto, mas qual? a dos anos 50, as do princípio do sec XX, ou as dos oitocentos? E antes, quinhentos, quatrocentos, trezentos, já éramos Portugal, e de onde, Minho, Madeira, Alentejo, Beiras, Algarve?
    Claro que estamos numa conversa à volta da mesa, sem grandes obrigações de rigor ao nível de um pensamento estruturado sobre o assunto, ou estudado, mas poderão achar-se diversos pontos de ligação, entre uma arquitectura da época, com todo o contexto histórico, social, geográfico, económico, tecnológico, político, etc existente nessa precisa época, por outro lado, há relações fáceis de estabelecer, uma casa de granito ou de xisto estava ligada certamente a condições geográficas, uma casa pequena vs casa grande, estaria ligada a factores económicos ou políticos, uma estilização da casa a factores sócio-culturais, uma casa caiada de branco no alentejo a questões climáticas e por aí fora. Havia toda uma diversidade, dentro de Portugal e para dada época.
    E não se pode escolher uma época para caracterizar a casa portuguesa.
    Claro que concordo que falando em arquitectura hoje, há muitos casos em que não há qualquer referência na arquitectura de uma casa, digamos que são neutras, embora a maior parte dos casos ainda sejam bem piores que isso, mas talvez uma boa arquitectura, para além das questões técnicas funcionais, e das sensibilidades dos donos, seja a que tenha efetiva preocupação com o enquadramento (enquanto volume) no espaço, tendo em conta todos os factores anteriormente ditos, geográficos, climáticos, culturais, tecnológicos, etc... e isso sim, é que será, algo próximo de uma casa portuguesa, precisamente por estar próximo de referenciais que se podem comummente aceitar como relacionados com Portugal, ou com uma dada zona de Portugal. Em dada época. E num mundo hoje globalizado.
  4.  # 125

    A "casa portuguesa" de que a CMartin gosta é a típica casa saloia e o exemplo apresentado é uma beleza.
    Eu não consigo dizer que tenho um estilo preferido.
    Gosto do granito na zona do granito, do xisto na zona do xisto, do adobe...
    O exemplo que apresentei acima não é nem nunca foi uma casa. Era usada para arrumos agrícolas e é minúscula (deve ter uns 20 m2 de área x 2 pisos).
    Poderia fazer-se, no máximo, um quarto com casa de banho no piso superior a uma cozinha/sala no inferior.
    Mas a "vista" é esta:
    Concordam com este comentário: CMartin
    Estas pessoas agradeceram este comentário: arquitecturagaia
      carr27.jpg
  5.  # 126

    Precisamente, obrigada AnaT, estava mesmo a começar um novo post para dizer, Castela, para mim é realmente claro como a àgua que a casa portuguesa é a de arquitectura popular, quando todos eram saloios em Portugal. Tenho por esse tipo de casa uma paixão inexplicàvel. Estranha atracção que nem sei explicar, de verdade, parece que todas estas casas assim me pertencem, parece que as conheço a todas..Não conheço uma única que não mexa comigo.
    Ao contrário da arquitectura contemporânea, em que, (embora não me considere de todo radical ou extremista, de facto, uma boa arquitectura é uma boa arquitectura sempre, através dos tempos), rara, muito rara é a que me inspira ou que admiro.
    Acho que também tem se calhar a ver com os materiais que se usa nas construções actuais, para além da arquitectura em si, não aprecio particularmente materiais que não sejam os genuínos e que não tenham cheiro, consistência e rugosidade. Gosto de bater no material e sentir que é verdadeiro. Sou tão estranha, enfim.
    Concordam com este comentário: AnaT
  6.  # 127

    Fantàstica AnaT. Onde, se é que se pode saber ?
  7.  # 128

    Perto de Carregal do Sal, CMartin.
  8.  # 129

    É para si ? E por isso pergunta o que se faria com ela ?
    E edito para acrescentar : Essa casa é paz de espirito e prazer de viver.
  9.  # 130

    Jà agora..Por falar na Casa Portuguesa :
    "Entre 1955 e 1960 o então Sindicato Nacional dos Arquitectos levou a cabo uma pesquisa denominada Inquérito à Arquitectura Regional Portuguesa. Tratava-se de um levantamento sistemático da construção popular portuguesa, já então prestes a desaparecer, realizado de norte a sul do país. Dividido por regiões geográficas coube a diferentes equipas de arquitectos o estudo de uma área delimitada num total de seis zonas (Minho, Trás-os-Montes, Beiras, Estremadura, Alentejo e Algarve). A profunda mutação do território português e da sua construção que se vem sentindo desde então torna o material recolhido um espólio de valor incalculável e único. Deste Inquérito resultou a 1ª Edição do livro Arquitectura Popular em Portugal publicada em 1961, reeditada em 1980, 1988 e 2004.

    A Arquitectura Popular em Portugal não tem por objectivo, nem se pode considerar como conclusão do Inquérito realizado. Os seus ficheiros constituem largo e rico material de investigação e estudo, ao dispor de todos os interessados e dele outros trabalhos hão-de com certeza resultar, tão vastos e completos são os documentos que arquiva, a informação que oferece, as questões que levanta. Problemas há que não dizem apenas respeito à Arquitectura, mas um dia serão decerto aproveitados. In prefácio da 1ª edição.

    Desde sempre, a par de outro tipo de solicitações que muitas vezes não pode ser satisfeito dado que os ficheiros não se encontravam devidamente catalogados e digitalizados, surgiam com muita frequência pedidos de cedência das imagens para estudos e publicações tanto em Portugal como no estrangeiro, interesse que prova o valor e as potencialidades do espolio existente.

    Em 2011 a Ordem dos Arquitectos assinalou os 50 anos da primeira edição do Arquitectura Popular em Portugal através da criação de um site com a digitalização de parte do espólio, que possibilita uma ampla divulgação, com grande relevância cultural, histórica e iconográfica. Num universo de 6.000 fotografias, algumas inéditas, foram seleccionadas, inventariadas e digitalizadas 2.000 que aqui se apresentam. Trata-se das imagens já publicadas nas três edições, as mais divulgadas e solicitadas."

    Para ver as imagens, que bem vale a pena, visitar a Fonte deste texto: http://www.oapix.org.pt/300000/1/index.htm
  10.  # 131

    Colocado por: CMartinPrecisamente, obrigada AnaT, estava mesmo a começar um novo post para dizer, Castela, para mim é realmente claro como a àgua que a casa portuguesa é a de arquitectura popular, quando todos eram saloios em Portugal. Tenho por esse tipo de casa uma paixão inexplicàvel. Estranha atracção que nem sei explicar, de verdade, parece que todas estas casas assim me pertencem, parece que as conheço a todas..Não conheço uma única que não mexa comigo.
    Ao contrário da arquitectura contemporânea, em que, (embora não me considere de todo radical ou extremista, de facto, uma boa arquitectura é uma boa arquitectura sempre, através dos tempos), rara, muito rara é a que me inspira ou que admiro.
    Acho que também tem se calhar a ver com os materiais que se usa nas construções actuais, para além da arquitectura em si, não aprecio particularmente materiais que não sejam os genuínos e que não tenham cheiro, consistência e rugosidade. Gosto de bater no material e sentir que é verdadeiro. Sou tão estranha, enfim.
    Concordam com este comentário:AnaT

    Peço desculpa de estar a ser chato, mas quando começou essa arquitectura popular de matriz saloia, é capaz de datar? e para trás, e para a frente?
    Percebo que se reporte a um quadro temporal particular seu, também como opinião sua, e correndo por isso o risco perigoso da generalização.
  11.  # 132

    Acabei de encontrar a minha casa de novo no site da Câmara Municipal de Cascais.
    Engraçado. Aqui vos deixo, e até para mim. Para mais tarde quando quiser consultar.

    http://www.cascais.pt/galeria-de-imagens/arquitetura-popular
  12.  # 133

    Colocado por Castela:
    Peço desculpa de estar a ser chato, mas quando começou essa arquitectura popular de matriz saloia, é capaz de datar? e para trás, e para a frente?
    Percebo que se reporte a um quadro temporal particular seu, também como opinião sua, e correndo por isso o risco perigoso da generalização.


    Castela,
    Para mim, a casa saloia tem origem na presença àrabe em Portugal. Talvez nos anos 1300, 1200. Digo isto com base no que tenho lido a respeito.
    Seriam as habitações dos primeiros saloios; agricultores de origem àrabe.
    Não reporta a um quadro temporal meu de todo Castela, pois eu nem sequer nasci cà, nem os meus pais, a minha avô nasceu na Àfrica do Sul e sua mãe, minha bisavó ainda estamos a tentar descobrir se no Egipto ou na Síria.
    A Casa Portuguesa, para mim, e apesar de me fascinar desde sempre, o meu contacto mais íntimo acontece a partir da altura em que começàmos a viver nesta casa, que se tornou nossa em 2007.
    Não tenho, a meu ver, qualquer ligação afectiva no meu passado que me ligue à arquitectura popular Portuguesa. Não sei como posso estar a generalizar de forma perigosa sobre um gosto por uma arquitectura com a qual, supostamente, quase que nem tenho o direito de me identificar com ela.
    Fiquei um pouco decepcionada com o tom com que disse isto. Peço desculpa por dizê-lo.
  13.  # 134

    CMartin, será, se algum dia conseguir os €€ necessários.

    Mas falando do imaginário pessoal, deixo-vos uma do meu imaginário,, fotografada por mim já há uns valentes anos.
    Fica algures em Sintra.
      4b.jpg
  14.  # 135

    Colocado por: AnaTE uma pergunta aos "donos de casas velhas e antigas" (dos "outros" creio que já conheço a resposta):

    O que fariam com isto?


    tanta coisa!!!
    • AXN
    • 2 abril 2016

     # 136

    Colocado por: CMartinE ainda por cima, não foi lá discutir os gostos como tínhamos combinado.


    O que são "os gostos"?

    Como eu a posso contrariar quando voce um objecto ou outra coisa qualquer e ve beleza, mas que para mim é uma emorme aberração? Não existe lógica em discutir gostos.
  15.  # 137

    Colocado por: CMartin

    Castela,
    Para mim, a casa saloia tem origem na presença àrabe em Portugal. Talvez nos anos 1300, 1200. Digo isto com base no que tenho lido a respeito.
    Seriam as habitações dos primeiros saloios; agricultores de origem àrabe.
    Não reporta a um quadro temporal meu de todo Castela, pois eu nem sequer nasci cà, nem os meus pais, a minha avô nasceu na Àfrica do Sul e sua mãe, minha bisavó ainda estamos a tentar descobrir se no Egipto ou na Síria.
    A Casa Portuguesa, para mim, e apesar de me fascinar desde sempre, o meu contacto mais íntimo acontece a partir da altura em que começàmos a viver nesta casa, que se tornou nossa em 2007.
    Não tenho, a meu ver, qualquer ligação afectiva no meu passado que me ligue à arquitectura popular Portuguesa. Não sei como posso estar a generalizar de forma perigosa sobre um gosto por uma arquitectura com a qual, supostamente, quase que nem tenho o direito de me identificar com ela.
    Fiquei um pouco decepcionada com o tom com que disse isto. Peço desculpa por dizê-lo.


    CMartin, fez muito bem em manifestar essa decepção, este meio de comunicação por natureza, presta-se a mal entendidos, lá está, não há o tom, não há a expressão física, é tudo um pouco condensado em termos de discurso e depois não temos noção que podemos cair nesse mal entendido.
    Para que fique mesmo claro, não estou a "atacar" ninguém e muito menos a si, claro, apenas a discutir e a tentar perceber referências e pensamentos, e que não o fazia se não fosse interessante.
    Mas o que tentava dizer é que apesar dessa casa dita "saloio", no fundo essa classificação, que num plano social e cultural se pode perceber, depois na manifestação física desses enunciados, a casa em si, a mesma necessariamente é diferente, por vários factores, de uma casa de 1400, de outra de 1700 de outra de 1900 de outra de 2000.
    Daí a volatilidade do conceito de casa portuguesa, era só mesmo isso que queria sublinhar.
    Daí falar no seu "quadro temporal" e "opinião", não a particularmente sua, a sua vivência própria, mas o pressuposto temporal e consequentemente a sua opinião, em que assentava a sua definição de "casa portuguesa". Apenas, alertar para isso, pelo tal risco da generalização, mas também como alguém dizia, "todas as generalizações são falsas, incluindo esta!" :)
  16.  # 138

    Parece que a minha designação de "casa saloia" gerou algum mal entendido.

    Casa saloia por ser da região saloia = arredores de Lisboa e não no conceito geralmente de "popularucho"
  17.  # 139

    Colocado por: AnaTParece que a minha designação de "casa saloia" gerou algum mal entendido.

    C"


    Espero bem que não, se gerou, peço desculpas.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: CMartin
  18.  # 140

    Realmente, nem sei bem explicar o que foi, Castela.
    Não há o tom, na net, mas ainda assim, criamos com base no que escreve um user determinada opinião a respeito. Acho que deve acontecer com todos nós, fazermos isto. E depois há users que podem dizer tudo que nada cai mal de tão mau que é à partida, depois há os outros. O Castela é dos outros, que a expectativa elevada criada não dá margem de manobra quase nenhuma :o)
    Coitado do Castela.
 
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