Colocado por: luisvvMas há mais questões: o colectivismo supõe que as acções são certas ou erradas consoante sejam do agrado da maioria, (volúvel por definição) e não por estarem de acordo com regras "morais" estáveis.
Colocado por: luisvv
O problema é que vulgarmente falar de democracia pressupõe a legitimidade da imposição da vontade das maiorias.
Esse raciocínio não é lógico. Não pode passar dessa premissa para essa conclusão. A partir daqui, pode dizer o que lhe apetecer. O facto de se dar mais relevância ao bem comumnão implica(está a ver, O BOLD OUTRA VEZ) que o indivíduo não tenha quaisquer direitos. Implica sim, que o indivíduo tem responsabilidades
edit: se preferir, de [Os direitos individuais e as acções de cada um são definidas e julgados na perspectiva do "bem comum".] talvez possa concluir que os direitos do indivíduo não podem entrar em conflito com os direitos do colectivo.Mas não pode concluir[Ora isto implica que o indivíduo não tem, por si, quaisquer direitos a não ser os que o "colectivo" determina].
Colocado por: luisvvClaro que posso.
Colocado por: luisvvSe os direitos do colectivo prevalecem, os direitos individuais não existem - são meras excrescências, que em qualquer momento cedem perante o interesse "geral" (note as aspas).
Colocado por: luisvvO colectivo liberal é uma variedade de pessoas, cujos interesses e actividades são legítimos na medida em que não afectem os direitos de outros, não tendo que subordinar-se a qualquer outro critério de "bem comum".
Quase não contive as lágrimas. Em nome do Bush, do Cheney e do Rumsfeld. Ámen.
Devia explicar também a estes marxistas-leninistas de meia-tigela que populam por aqui, que"O colectivo liberal é uma variedade de pessoas, cujos interesses e actividades são legítimos na medida em que não afectem os direitos de outros"podem ser ilustrados para os mais burros com as guerras do Iraque. Os milhares de mortos foram apenas danos colaterais que em nada afectaram os direitos dos falecidos. Para que percebam de uma vez a bodade liberal e deixem de chatear, agradeço que explique a estes tupamaros sandinistas chavistas que esse é apenas um exemplo de como um liberal consegue virar o mundo ao avesso enquanto o diabo esfrega um olho. Deviam-se curvar perante este exemplo de produtividade. Os negócios do petróleo e da venda de armamento no Iraque pelos amigos texanos do Bush nunca seriam possíveis em países estatistas onde impera a inércia e o ócio, típicos da malandragem colectivista que só pensa no "bem-comum".
Colocado por: luisvvUm liberal rejeita a agressão.
Colocado por: luisvva retórica belicista como o primeiro passo para o controlo e supressão das liberdades individuais.
Claro que não pode. O raciocínio lógico segue regras lógicas. O seu raciocínio não as segue, e é fácil de o reduzir ao ridículo.
A primeira parte contradiz a segunda. Ou não existem, ou existem. Ao dizer que são meras excrescências está a tentar especificar o que inicialmente era genérico. Ou está a tentar dizer que em todos os sistemas em que haja direito colectivo, os direitos individuais são meras excrescências? Então basta dar um exemplo, por muito imbecil que seja, para provar que está errado:
Sistema hipotético A: Direitos Colectivos: Cavar batatas. Direitos Individuais: Tudo o resto, desde que não impeça o indivíduo de cavar batatas. Neste sistema imbecil, os direitos individuais não são meras excrescências.
Os direitos individuais são "meras excrescências" se e só se os direitos colectivos forem tais que não dêem espaço para o direito individual. Note-se no entanto que, como agora admitiu e apesar de iniciar com um "Claro que posso" mas dar a ideia que vive numa sociedade em que "Claro que não pode", o direito colectivo não invalida o direito individual. Apenas o limita.
Se quiser entrar em exemplos concretos e olhar para a sociedade Portuguesa encontra imensos exemplos de direitos individuais importantes, assim como de direitos colectivos. É suposto haver um equilíbrio entre os dois.
Assim, a frase "Ora isto implica que o indivíduo não tem, por si, quaisquer direitos a não ser os que o "colectivo" determina" é um exagero absoluto que em nada ajuda a uma discussão que se diga inteligente.
Já agora, se quiser encaixar a coisa de outra maneira e talvez assim não se aborrecer tanto com a sua falta de direitos individuais no sistema onde vive, pode pensar que tem todos os direitos individuais e mais alguns. Por exemplo, nada o impede de roubar alguém. Está na sua capacidade e habilidade de o fazer. Agora, entenda que se o fizer, outros vão exercer o seu direito individual de lhe dar um chuto no rabo para dentro de uma cadeia. E mesmo ai pode tentar não ir, à força ou como entender... :)
Em teoria, todos rejeitam (sejam liberais, socialistas, capitalistas, comunistas, nacionalistas, etc.).
Está a querer dizer que os EUA são um país opressor?
Colocado por: luisvvNão percebo a dúvida - a condição de sobrevivência e expansão do poder do Estado é a agressão / promessa de defesa da agressão.
http://greece.greekreporter.com/2010/09/28/a-transaction-electronic-card-is-formed-by-the-government/
Logo, todos os Estados (países) são agressores. Se assim fosse, estaríamos em guerra mundial permanente. Não acha?
Sinceramente, não o percebo. Tento, mas não consigo. Acha possível um país (independentemente do regime que tiver) poder existir sem uma estrutura/organização de Estado? Resta-nos como exemplo a Somália que é o país mais despojado de Estado. Não acredito que seja esse o modelo que pretende.
Colocado por: luisvvSe o colectivo define o que é certo, nada o impede de a qualquer momento considerar que para assegurar o bem da maioria é necessário eliminar fisicamente A ou B (ou meramente escravizá-lo, ou retirar-lhe a liberdade de circulação, ou o que seja).
Colocado por: luisvvPromessas...
Colocado por: luisvvNum sistema onde se aceita que os direitos individuais só existem subordinados ao colectivo, eles na verdade não existem, porque nada impede que em qualquer altura o "colectivo" lhe retire os direitos.
Colocado por: luisvvOs direitos que lhe concedem podem facilmente ser ignorados ou revogados, se o colectivo assim o entender - porque a partir do momento em que é dada primazia ao colectivo, não há fundamento lógico para defender o indivíduo perante a massa.
Colocado por: luisvvO direito à vida, idem.
Lá está o senhor no preto e branco... Há limites para o direito colectivo. Agora, pode imaginar uma sociedade onde não exista limite. Já está a falar de legitimidade de matar uma pessoa para "o bem comum"? O senhor está em ciclo, sempre com o mesmo argumento falacioso.
Isso é um sistema teórico que não existe. Na prática, no sistema que existe, só se aceitam perder direitos se houver um consenso geral. Acha que se tivesse no governo português conseguia tirar quaisquer direito adquirido só porque sim?
Sim, pelo menos alguns podem. E isso não valida a frase [Ora isto implica que o indivíduo não tem, por si, quaisquer direitos a não ser os que o "colectivo" determina"]. Entende?
Mais, o senhor fala de "defender a massa"? Quem é esta massa se não um conjunto de indivíduos? O objectivo será sempre defender indivíduos, mas tentar defender o maior número possível.
Por favor... fique para ai com as suas baboseiras. Se tem algum problema em concreto, alguma liberdade que gostava de ter mas não tem, tente mudar a situação. Agora se a liberdade que quer é estar livre de regras, que têm, por definição, de ser impostas, boa sorte.
Colocado por: luisvvClaro que valida.
Colocado por: luisvvBaboseiras? Baboseira é defender a vontade da maioria, e depois dizer vagamente que há "limites" para essa vontade, sem explicar de onde viriam esses limites, e qual o seu fundamento lógico.
Colocado por: luisvvsem explicar de onde viriam esses limites