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  1.  # 1

    •  
      alv
    • 24 janeiro 2012

     # 2

    Vivam!

    ... e os engenheiros...e os desenhadores, substituídos por arquitectos.....e os medidores, e os orçamentistas, substituídos por engenheiros....e..e...os projectos, no fundo!
    "Fassam" parte.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas, dutilleul, danobrega
  2.  # 3

    Vão-se os arquitectos (e os engenheiros) e chegam os certificadores. Não se fazem casas novas? Vamos às velhas! (ups, isto assim de repente não são bem).
    Vocês sabem do que estou a falar...
  3.  # 4

    Se só chegou agora estão cheios de sorte, porque para os outros todos já chegou à muito tempo.

    Ou então é a nossa comunicação social que como habitualmente anda atrasada porque se há classe que há muito tempo sofre com a falta de emprego e emprego mal pago, são os arquitectos.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas, eu, marco1, Luis K. W., Aiken, dutilleul, adarq, noves fora
  4.  # 5

    Colocado por: PauloCorreia
    emprego mal pago


    Definir por favor...
  5.  # 6

    Colocado por: PauloCorreiaemprego mal pago

    Colocado por: Ferraz Oliveira Definir por favor...

    é emprego pago abaixo das pensões acumuladas pelo nosso PR.
    Concordam com este comentário: eu, two-rok
  6.  # 7

    Colocado por: Ferraz OliveiraDefinir por favor...


    Lei da oferta e da procura. Quando a oferta é excessiva e nos arquitectos, é-o, os preços são canibalizados, acabando os bons arquitectos a serem pagos a preços miseráveis.
    Mas isto passa-se com tudo e com todos.

    E atenção, porque a minha opinião sobre a média dos arquitectos é muito má, a maioria deles não os queira nem para desenhadores.
    Concordam com este comentário: noves fora
  7.  # 8

    Esse artigo é conversa de chacha: a arquitectura já está em crise há muitos anos. O que parece é que só agora é que chegou ao "mainstream" e aos amigos do Píblico...
    Concordam com este comentário: Carlos M Silva, two-rok
  8.  # 9

    a generalidade das profissões especializadas estão em crise, não desde hoje, mas desde meados dos anos 90, quando as faculdades passaram a diplomar excedentários, cujas empresas não têm capacidade para absorver e cujo mercado liberalizado não tem trabalho suficiente para manter.
    fruto da lei de mercado, muita oferta e pouca procura leva a remunerações mais baixas. e ai está uma das causas do estado das coisas.
    Concordam com este comentário: two-rok
  9.  # 10

    portugal - caça-se com gato

    alemanha - caça-se com cão e certificado

    resultado: alemanha = desenvolve-se e exporta qualidade e está em cima

    portugal = crise em tudo, incapacidade de virar o paradigma da pescadinha do rabo na boca, e a cadeia de produção, a economia em geral, apenas sobrevive numa optica do imediato em termos de mais valias e custos de produtividade rentabilizados apenas com o uso de recursos ( quer tecnicos quer humanos) ao preço da uva migona.
    Concordam com este comentário: jraulcaires, two-rok, TROLHA...
  10.  # 11

    O mainstream vivia da encomenda pública. Acabaram-se as Expos, os parques escolares, os estádios, os... E puft.
    Concordam com este comentário: raulschone, two-rok
  11.  # 12

    Colocado por: marco1alemanha - caça-se com cão e certificado


    Mas lá os certificados são a sério. cá temos advogados e professores certificados como técnicos de segurança e saúde.
    Concordam com este comentário: Anonimo16062021
  12.  # 13

    Colocado por: PauloCorreia

    Lei da oferta e da procura. Quando a oferta é excessiva e nos arquitectos, é-o, os preços são canibalizados, acabando os bons arquitectos a serem pagos a preços miseráveis.
    Mas isto passa-se com tudo e com todos.

    E atenção, porque a minha opinião sobre a média dos arquitectos é muito má, a maioria deles não os queira nem para desenhadores.
    Concordam com este comentário:noves fora

    Pela sua lógica as únicas profissões que são pagas como deve ser são as profissões do foro político...há pouca oferta e muita procura! :-)

    Agora a sério...há profissões que se fazem pagar demasiado pelo trabalho que fazem. E normalmente essas são as profissões que pouco acrescentam na cadeia de valor mas que puxam a si os louros das coisas quando, em termos de vergar a mola, nenhum pouco fazem
    Concordam com este comentário: raulschone, jorgealves, Tavares Miguel, noves fora, TROLHA...
    • P+V
    • 25 janeiro 2012

     # 14

    Colocado por: Ferraz OliveiraHá profissões que se fazem pagar demasiado pelo trabalho que fazem. E normalmente essas são as profissões que pouco acrescentam na cadeia de valor mas que puxam a si os louros das coisas quando, em termos de vergar a mola,nenhumpouco fazem


    Colocado por: Ferraz OliveiraDefinir por favor...
    • eu
    • 25 janeiro 2012

     # 15

    Lá se vão os arquitectos?

    Eu diria antes: lá se foi o País... o último a sair que feche a porta.
  13.  # 16

    Colocado por: P+V

    Acrescentar valor na cadeia. É isso que estou a falar. Trabalho...efectivo. Concordo que arquitectos e engenheiros e afins são necessários. Mas será que o valor que acrescentam na cadeira justifica o que alguns (e é a estes que me refiro) o que ganham?
    Concordam com este comentário: Tavares Miguel
  14.  # 17

    Colocado por: Ferraz OliveiraTrabalho...efectivo. Concordo que arquitectos e engenheiros e afins são necessários.


    A palavra "necessário" é forte demais.

    Colocado por: Ferraz OliveiraMas será que o valor que acrescentam na cadeira justifica o quealguns(e é a estes que me refiro) o que ganham?


    Ganham aquilo que "os outros" concordaram em pagar, é assim para todos os trabalhos. Pagam-nos aquilo que efectivamente cada um de nós conseguiu que nos pagassem, e nem menos um cêntimo. O juízo do cálculo do investimento ficará ao critério de cada um.

    Se de facto há oferta demais no mercado deste serviço (arquitectura) então a tendência é o trabalho descer de preço. Numa situação ideal o mercado ajusta-se, as pessoas vêm que não compensa o investimento de tirar o curso e apostam noutra coisa.

    Um problema é que neste momento está a haver um ajuste repentino na procura, derivado à situação económica actual, e os profissionais não têm tempo de se ajustar progressivamente. Outro problema é que no sector do trabalho especializado, se de repente deixa de haver procura, o investimento da especialização vai todo por água abaixo e não é exequível tirar outra especialização em tempo útil, principalmente para pessoas com compromissos assumidos.

    É verdade que a crise está ai para quase todos, mas dá a impressão que alguns sectores serão mais afectados que outros. 40%, a ser verdade, é uma percentagem muito significativa.
    Concordam com este comentário: two-rok
  15.  # 18

    Colocado por: danobrega
    A palavra "necessário" é forte demais.

    Então sugere o quê? Eu como pessoa que não percebe nada disto, mas que até sei procurar umas coisas na net e até sei ver uns videos no youtube, "aprendo" sobre cálculos estrutrais (por exemplo), pergunto aqui umas coisas sobre construção civil e já posso substituir um arquitecto ou um engenheiro civil ou qualquer outra pessoa especializada no ramo da construção civil=

    Ajustar? Mas...pergunto eu, gerir um negócio (seja ele qual for) é um estado ou um processo? É que se for um processo o ajustamento é mínimo (desde que se faça um controlling contínuo).

    Quanto a investir num curso apenas porque vai dar dinheiro (até quando no momento da decisão não se sabe) em vez de ser algo que se goste de fazer e que se tenha a noção de que é minimamente sustentável, acho um erro crasso. Mas são as decisões de cada um. Há pessoas que há uns anos iam para a área de letras (psicologia, sociologia, direito e etc) não porque gostassem ou tivessem queda para a coisa mas porque queriam fugir da matemática (fugir duma batata...estranho, mas há quem fuja de batatas...)


    (Correndo o risco de ser massacrado...)
    E nenhuma profissão deve ser considerada privilegiada. Quanto mais concorrência melhor. A merd* da mentalidade de mandar fazer sempre pelo mais barato é que prejudica. Há pessoas aqui no fórum que, julgo eu, cobram mais que o "zé trolha ali da esquina". Mas a qualidade de serviço também se paga. Só que não querem é ganhar 10000 euros (força de expressão porque efectivamente não sei, não quero saber e nem sou ninguém para balizar o valor do trabalho de cada um) para fazer uns "riscos" (sei que a palavra "riscos" é bastante redutora em relação a uma profissão como a arquitectura, as minhas desculpas aos arquitectos, não vos pretendo diminuir).
    À laia de comparação...um agente imobiliário ganha uma determinada comissão em percentagem sobre o valor da venda. Acha que, por exemplo, ganhar 5000 euros (não sei se é o valor "standard" ou não) numa venda de, por exemplo, 100000 é justificado face ao trabalho que se tem?
  16.  # 19

    Colocado por: Ferraz OliveiraEntão sugere o quê? Eu como pessoa que não percebe nada disto, mas que até sei procurar umas coisas na net e até sei ver uns videos no youtube, "aprendo" sobre cálculos estrutrais (por exemplo), pergunto aqui umas coisas sobre construção civil e já posso substituir um arquitecto ou um engenheiro civil ou qualquer outra pessoa especializada no ramo da construção civil=


    Sugiro que a frase seja "Para a maioria dos projectos de construção é importante usar um arquitecto". A necessidade depende do que cada um quiser fazer. Para mim seria inconcebível não usar um arquitecto, e reconheço o seu valor. Isso não implica que para outros seja uma necessidade.

    Colocado por: Ferraz OliveiraQuanto a investir num curso apenas porque vai dar dinheiro


    Nem oito nem oitenta senhor Ferraz. O problema inverso também existe. Há muitos cursos que são tirados porque as pessoas gostam da área, e depois ficam sem trabalho. Convém conciliar as duas coisas, dentro do que tenha procura estudar algo que se goste mais.

    Colocado por: Ferraz Oliveiraé justificado face ao trabalho que se tem


    É justo se alguém acordar pagar esse valor. É talvez mais fácil do que outros trabalhos... Mas essa "justiça" de que fala nada tem a ver com o que se recebe, ou então os senhores que recolhem o lixo seriam dos mais bem pagos.
  17.  # 20

    Colocado por: danobrega
    Sugiro que a frase seja "Para a maioria dos projectos de construção é importante usar um arquitecto". A necessidade depende do que cada um quiser fazer. Para mim seria inconcebível não usar um arquitecto, e reconheço o seu valor. Isso não implica que para outros seja uma necessidade.

    Por isso disse necessário (e não imprescindível).

    Colocado por: danobrega
    Nem oito nem oitenta senhor Ferraz. O problema inverso também existe. Há muitos cursos que são tirados porque as pessoas gostam da área, e depois ficam sem trabalho. Convém conciliar as duas coisas, dentro do que tenha procura estudar algo que se goste mais.

    São opiniões. Eu vejo-me como um cidadão do mundo. Se eu tirar um curso numa determinada área em que não há emprego numa determinada região, procuro onde haja e mudo-me para lá. Mas isso é a minha opinião.
    Pessoalmente prefiro fazer o que faço (e que gosto) e ser pago um pouco menos que fazer algo que não gosto apenas porque é o que dá dinheiro.
    Mas há pessoas (e eu respeito a opinião) que querem tentar conjugar as duas áreas. Embora isso nem sempre seja possível porque ou não gostam do que fazem mas ganham dinheiro, ou então gostam do que fazem mas não ganham dinheiro.

    Colocado por: danobrega
    É justo se alguém acordar pagar esse valor. É talvez mais fácil do que outros trabalhos... Mas essa "justiça" de que fala nada tem a ver com o que se recebe, ou então os senhores que recolhem o lixo seriam dos mais bem pagos.

    Não falei em justo...falei em justificado. Conceitos diferentes com as letras "just" em comum...
 
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