É. Mas ciclicamente, digamos de 200 em 200 anos ou isso, as (muitas) pessoas agarram nas perninhas e vão defenestrar, esfaquear, balear, degolar, o que calhar, os (poucos) patrões que lhe pagavam (mal) o seu trabalho (excedentário) o que, por essas contas, deveria fazer com que os lucros dos ditos patrões (que passam assim a ser mais escassos e portanto, teoricamente, a ser mais preciosos) deveriam aumentar. Curiosamente, não é isso que se passa porque, durante uns tempos, os ditos patrões (sobrantes) entendem que talvez seja melhor dividir mais equitativamente os lucros em nome da paz social.
Por outras palavras, é tudo uma questão de equilíbrio de forças, efectivamente, mas convém não esticar demais a corda porque pode partir. (Por outro lado, também se pode fazer um as contas à história ou fazer uns cálculos de resistência de materiais e arriscar...). Ugh.Mas tem assim tantos exemplos de revoluções anti-capitalistas? É que raios me partam se me lembro de alguma que tenha resultado...
Colocado por: hfviegas Não havia necessidade, se quer acabar com a conversa basta deixar de comentar agora andar a chamar-me de burro só porque discordo da sua opinião é de alguem muito ignorante, você deve ser daqueles que grita quando quer fazer valer o seu ponto de vista deve ser por isso que poem tantos bolds, por si era mesmo em letras maiusculas né.
Colocado por: luisvvÉ. Mas ciclicamente, digamos de 200 em 200 anos ou isso, as (muitas) pessoas agarram nas perninhas e vão defenestrar, esfaquear, balear, degolar, o que calhar, os (poucos) patrões que lhe pagavam (mal) o seu trabalho (excedentário) o que, por essas contas, deveria fazer com que os lucros dos ditos patrões (que passam assim a ser mais escassos e portanto, teoricamente, a ser mais preciosos) deveriam aumentar. Curiosamente, não é isso que se passa porque, durante uns tempos, os ditos patrões (sobrantes) entendem que talvez seja melhor dividir mais equitativamente os lucros em nome da paz social.
Diversas falhas no seu raciocínio. Por onde começar ? Talvez por aqui: sem capital, não há trabalho. Menos capitalistas (patrões) = menos trabalho = maior excedente de mão-de-obra = menor remuneração do trabalho.Por outras palavras, é tudo uma questão de equilíbrio de forças, efectivamente, mas convém não esticar demais a corda porque pode partir. (Por outro lado, também se pode fazer um as contas à história ou fazer uns cálculos de resistência de materiais e arriscar...). Ugh.Mas tem assim tantos exemplos de revoluções anti-capitalistas? É que raios me partam se me lembro de alguma que tenha resultado...
Podem decidir, mas não queiram impor a vossa decisão à outra metade. ;)
Colocado por: lobito Exemplos de revoluções anticapitalistas há muitas e, estou convencida, vai continuar a haver. Precisamente porque não têm resultado duradouro (daí eu ter falado, arbitrariamente, reconheço, de ciclos de 200 anos). É o chamado feedback negativo.
Se, ao contrário dos organismos biológicos nos organismos sociais funcionasse o feedback positivo, quanto mais capitalistas maior a remuneração do trabalho: supply-side, trickle-down, a tide raises all boats, não é assim que se diz em americano? Pois.
O problema do seu raciocínio é esse mesmo: é que é simplesmente um raciocínio, que não assenta em observações históricas. Ou os seus estudos convenceram-no mesmo que a seguir a cada revolução (chamemos-lhe anticapitalista para simplificar embora seja provavelmente um anacronismo), o trabalho é menos bem remunerado?
"Olhe que eu acho que é uma questão de fé.."
Colocado por: filiposAgora é que vou começar a ganhar obras! ;)
Colocado por: luisvvColocado por: hfviegasNão havia necessidade, se quer acabar com a conversa basta deixar de comentar agora andar a chamar-me de burro só porque discordo da sua opinião é de alguem muito ignorante, você deve ser daqueles que grita quando quer fazer valer o seu ponto de vista deve ser por isso que poem tantos bolds, por si era mesmo em letras maiusculas né.
Não quero acabar com a conversa - quero explicar-lhe algo tão evidente que só não percebe quem não quer. Expliquei-lhe de forma muito clara que na facturação de uma empresa há inúmeros factores a acrescer ao custo da mão-de-obra e dos materiais, e que vender um produto pelo dobro do preço de custo não é sequer garantia de ter lucro. Perceba se quiser.
Colocado por: PauloCorreiaColocado por: filiposAgora é que vou começar a ganhar obras! ;)
Isso é fácil, difícil é ganhar obras e ganhar dinheiro
Colocado por: oli_rodQueria dizer que concordo completamente com o que foi dito pelo Sr. luisvv. Afinal, como já alguém referiu, as empresas não são a santa casa da misericórdia (e ainda bem!).É suposto terem lucro e, quanto maior for a sua saúde financeira melhor para a economia global. sempre ouvi dizer que riqueza gera riqueza. Não se pode é tomar um exemplo pelo todo. Se alguns empregadores não sabem retribuir o esforço dos seus empregados, irão concerteza sofrer na pele por isso (mais tarde ou mais cedo). Um empregado insatisfeito não é um empregado produtivo, e na 1ª oportunidade engana e tenta ganhar o seu.
Não trabalho na área da contrução, mas tenho bons exemplos do que não se deve fazer nas empresas da minha área de negócios.
Uma área especialmente ameaçada pelo mercado chinês e que, por isso, baixou de tal forma os preços, que é ver empresas a fechar completamente afundadas em dívidas a fornecedores. infelizmente, esses fornecedores acabam também por ser afectados.
Acham que isto é bom para o país? Trabalhar só para prolongar a agonia?
Colocado por: lobitoAgora não tenho tempo de demonstrar a falácia dos seus argumentos, só tenho tempo de lhe perguntar "este último estrondo, em cujos ecos nos encontramos ainda, resultou de quê?"