Iniciar sessão ou registar-se
  1.  # 21

    Kia e-Niro no topo do ranking americano sobre satisfação com veículos elétricos

    O Kia e-Niro obteve o primeiro lugar no ranking "J.D. Power 2021 Electric Vehicle Experience (EVX) Ownership Study". O estudo inaugural da consultora americana questionou perto de 10 mil proprietários de veículos elétricos sobre critérios como custos de propriedade, autonomia da bateria ou prazer de condução, atribuindo ao modelo da marca sul coreana a mais alta pontuação (782) no segmento de mercado generalista. Os resultados dos níveis de satisfação dos condutores americanos colocaram o Chevrolet Bolt (745) em segundo e Hyundai Kona (743) em terceiro. No segmento premium, foi o Tesla Model S a obter a classificação geral mais alta, com uma pontuação de 798 numa escala até 1000 pontos.
  2.  # 22

    Colocado por: pguilherme
    Uma "rule of thumb" da malta do turismo é não ultrapassar os 800 km por dia, com pelo menos uma paragem a meio do dia.
    Isto é, 400km de manhã, que a uma média de 90km/h, são ~4h30, ou 4h a uma média de 100km/h. Arrancar às 9h e parar às 13h/13h30 para almoçar. É puxado, mas razoável.

    1700 km a uma média ponderada de 90km/h são quase 19h. Com uma paragem, vamos assumir a meio, seriam 9h30min a conduzir sem parar, com 850km feitos de seguida. A paragem a meio, presumo que para dormir, o carregamento não seria problema.

    Ainda assim, 850 km sem qualquer paragem, é um excelente exemplo onde um eléctrico ainda não é a melhor opção.

    Se este caso, que implica por exemplo arrancar às 9h e só parar às 18h30, sem intervalo para comer, WC, esticar as pernas, beber um café, whatever, serve como férias ou tortura, fica ao critério de cada um. Mas é um exemplo válido!


    Foram 1700km feitos em 16h, com saída às 6:30. Uma paragem apenas (para reabastecer o carro).
    Foi um exemplo extremo, apesar de nem ter sido a única vez que fiz algo semelhante.
    Mas frequentemente tenho dias com 600~700km que quero fazer numa manhã...e faço. Como tomar o pequeno almoço em Barcelona cedinho e Almoçar no Mónaco.
    Num EV, qualquer EV, seria impossível.
    Faço algo semelhante pelo menos 2x/ano.
    Mas mesmo em Portugal, faço Viana do Castelo - Marvão e semelhantes com a frequência que não seria aceitável não ter em casa um carro capaz de o fazer numa tirada, sem me preocupar com desligar o AC e ir a 90 na AE.

    Aqui trata-se da possibilidade da ferramenta. Uma delas é inerentemente limitada.
    Acredito que se venha a resolver, mas como disse, não é hoje.

    A outra questão, é o custo da ferramenta face suas limitações e às alternativas.

    Colocado por: pguilherme
    O preço de aquisição pode ser reavido com a venda posterior, a não ser que se fique com o carro para sempre, como é algo frequente.
    Por enquanto, como empresa, é provável que ao se comprar eléctricos, estes operem durante 2 ou 3 anos e se ainda se faça lucro com a liquidação.


    Como em qualquer carro. Isso não é uma vantagem dos EV. Estava a referir-me ao uso privado. Eu sei que o mercado nacional é uma salsada, mas eu tenho sempre comentado no acesso das camadas menos abastadas aos EV.
    Até lá, para mim, é uma "fad".

    São fantásticas as perspectivas. Mas ainda não está lá.
    Ter um EV é, para muitos, mais caro e mais limitativo que ter um ICE. O que atrasará a transição (a haver uma).
  3.  # 23

    Colocado por: ThingsHappenTer um EV é, para muitos, mais caro e mais limitativo que ter um ICE. O que atrasará a transição (a haver uma).
    Só discordo na palavra "muitos", diria antes "alguns".

    Segundo este artigo,
    47% dos inquiridos indicaram que percorrem 7 a 28 km por dia. A maior parte destes condutores utiliza o automóvel para percorrer distâncias entre casa-trabalho.
  4.  # 24

    Colocado por: ThingsHappen
    Foram 1700km feitos em 16h, com saída às 6:30. Uma paragem apenas (para reabastecer o carro).
    Foi um exemplo extremo, apesar de nem ter sido a única vez que fiz algo semelhante.
    Mas frequentemente tenho dias com 600~700km que quero fazer numa manhã...e faço. Como tomar o pequeno almoço em Barcelona cedinho e Almoçar no Mónaco.
    Num EV, qualquer EV, seria impossível.
    Faço algo semelhante pelo menos 2x/ano.
    Mas mesmo em Portugal, faço Viana do Castelo - Marvão e semelhantes com a frequência que não seria aceitável não ter em casa um carro capaz de o fazer numa tirada, sem me preocupar com desligar o AC e ir a 90 na AE.


    Sinceramente acho isto um pouco triste. Está cada vez mais evidente que temos urgentemente de rever muitos dos nossos hábitos se é que não queremos que os nossos filhos e netos passem por maus bocados, no entanto continua-se a observar uma enorme intransigência de muita gente a ceder um centímetro que seja no seu conforto. Sim, fazer 400km de uma assentada nos limites de velocidade é complicado num VE, mas é assim tão inaceitável fazer uma pagarem de 10-15min para poder chegar ao destino?
    Concordam com este comentário: hangas, mafgod, pguilherme, zed, jcfcid
  5.  # 25

    Colocado por: ruicarlov

    Sinceramente acho isto um pouco triste. Está cada vez mais evidente que temos urgentemente de rever muitos dos nossos hábitos se é que não queremos que os nossos filhos e netos passem por maus bocados, no entanto continua-se a observar uma enorme intransigência de muita gente a ceder um centímetro que seja no seu conforto. Sim, fazer 400km de uma assentada nos limites de velocidade é complicado num VE, mas é assim tão inaceitável fazer uma pagarem de 10-15min para poder chegar ao destino?


    Não estou a perceber se, no meio do seu comentário está uma crítica à forma como viajo ou se é apenas um argumento no sentido de o utilizador se adaptar à ferramenta.

    Não terá uma adesão global, e sem artificializar a escolha, se a ferramenta não for superior à que se propõe substituir.
    A história está cheia de casos em que se tentaram subsidiar soluções que, para o utilizador, não eram tecnicamente superiores...e os utilizadores acabaram por dar a volta.

    Neste momento, para o seu utilizador final, a ferramenta actual não compromete. Um sinal de uma boa ferramenta é que desaparece na tarefa que desempenha. Neste caso, levar alguém de A a B.
    Se eu tenho que programar a viagem de A a B de acordo com a ferramenta, então não estou a usar a ferramenta adequada.

    Para muita gente, o EV será, de longe, a melhor ferramenta. Mas tendo em conta todas as variáveis e, acima de tudo, a realidade portuguesa, ainda há muito mais gente para quem não é a melhor. E se queremos que isso mude, então a tecnologia, a infraestrutura e a política tem que evoluir.

    Para finalizar, se acha triste, tem dois trabalhos: ficar triste, e deixar de ficar triste.
  6.  # 26

    A tecnologia, a infraestrutura e a política têm de evoluir, mas a mentalidade do utilizador não? O comportamento de quem utiliza a ferramenta está acima de qualquer evolução? Atingiu o seu expoente máximo?
    Compreendo perfeitamente que há utilizações cuja necessidade supere muita coisa. Por exemplo a nível de saúde e deslocações de médicos ou outros serviços de urgência. Mas quando entra o argumento "por que me apetece", como é frequente surgir neste tipo de discussões, pergunto-me se não há também um grande potencial de melhoramento nesta parte.
    Concordam com este comentário: pguilherme
  7.  # 27

    Colocado por: ThingsHappenComo em qualquer carro. Isso não é uma vantagem dos EV.

    Está enganado. Só aplicável aos eléctricos e em menor intensidade aos híbridos plug-in.

    Colocado por: ThingsHappenAté lá, para mim, é uma "fad".

    Só se quiser chamar "fad" a um benefício fiscal. Como é quantificável e não arbitrário, eu não o faria.

    Colocado por: ThingsHappenForam 1700km feitos em 16h, com saída às 6:30. Uma paragem apenas (para reabastecer o carro).
    Foi um exemplo extremo, apesar de nem ter sido a única vez que fiz algo semelhante.
    Mas frequentemente tenho dias com 600~700km que quero fazer numa manhã...e faço. Como tomar o pequeno almoço em Barcelona cedinho e Almoçar no Mónaco.
    Num EV, qualquer EV, seria impossível.
    Faço algo semelhante pelo menos 2x/ano.

    Se essas façanhas justificam que seja um requisito obrigatório na selecção do seu daily driver, escolha um ICE (o melhor até será um camião TIR) e faça o favor de ser feliz.
  8.  # 28

    Sobre essas viagens de estirada que descreve, independentemente da natureza do motor do carro: para além de não fazer muito sentido é extremamente perigoso, para si, para a sua família e para os pobres coitados que o rodeiam na estrada. Para não falar no desprazer que deve ser para o condutor e todos os passageiros.
    Se é mesmo verdade o que escreve, um dia o cansaço físico ou cognitivo irá apanha-lo.

    Para as pessoas que preferem não passar as férias na estrada a ir de A a B (normalmente auto-estradas ou equiparáveis, pelo que descreve), também podem sair de Lisboa de manhã e almoçar em Barcelona. Deixa o eléctrico estacionado no Humberto Delgado, que é muito mais rápido, muitíssimo mais confortável e mais barato. Fica com mais tempo e dinheiro para disfrutar com a família.

    E se realmente gostar de roadtrips, irá seguir por estadas cénicas, o que é um prazer por si só, mas fará imensas paragens, o que até se alinha bem com os eléctricos. Ups.

    Colocado por: ThingsHappenSe eu tenho que programar a viagem de A a B de acordo com a ferramenta, então não estou a usar a ferramenta adequada.

    Tantas horas perdidas para usar obsessivamente a mesma ferramenta... porque não vai de avião? Afinal a ferramenta carro não pode ir a 900 km/h e como tal demora muito mais tempo. Esta limitação garantidamente entra no "programa" da sua viagem. Assim até pode ir a ilhas e tudo: outra limitação da ferramenta, que também garantidamente acautela nas suas viagens.
    Concordam com este comentário: zed
  9.  # 29

    Colocado por: ruicarlovCompreendo perfeitamente que há utilizações cuja necessidade supere muita coisa. Por exemplo a nível de saúde e deslocações de médicos ou outros serviços de urgência. Mas quando entra o argumento "por que me apetece", como é frequente surgir neste tipo de discussões, pergunto-me se não há também um grande potencial de melhoramento nesta parte.

    Os médicos dificilmente terão de fazer assim tantos km sem poderem parar.

    Colocado por: ruicarlovA tecnologia, a infraestrutura e a política têm de evoluir, mas a mentalidade do utilizador não? O comportamento de quem utiliza a ferramenta está acima de qualquer evolução? Atingiu o seu expoente máximo?
    É estranha a falta de capacidade de adaptação (e não um "contentar com uma solução inferior" como está a ser sugerido).
    Podem fazer-se as mesmas viagens adaptando, por exemplo:
    - demorar mais tempo, fazer mais paragens e aproveitar realmente a viagem, ou
    - ignorar a estrada até ao destino e apanhar um avião, que é mais rápido, cómodo e barato

    Mas cada um tem a sua forma de ser.
  10.  # 30

    Usei o meu exemplo, que gostava de ter um EV e não é, ainda, adequado, e não devia, porque os meus argumentos foram no sentido de chamar a atenção que ainda não está no ponto de ser recomendável para uma grande faixa da população.

    E desde as recomendações para comprar um camião, aos avisos em tom de desejo de que o cansaço, um dia, me apanhará (o que me ri, a pensar que não me vai apanhar numa estação de serviço, enquanto as pilhas carregam!), ao recomendar que vá de avião...até a essas fantásticas roadtrips, que muito gosto de fazer, sim e parar em todos os miradouros, todos repletos de carregadores! Ou então sempre a menos de 150km de casa! Ah...aquele dia passado à volta do lago Como...só que não!

    Portanto, muita cegueira, alguma falta de sentido e capacidade de perceber que existem outras realidades que não a nossa.
    E todas essas realidades devem ser insultadas porque não se coadunam com a nossa visão de um mundo perfeito (e amorfo)! Ainda me dizem para ser feliz? Procurem ajuda profissional vocês, que eu estou bem.

    Toda esta converseta porque alguém diz que EV ainda não dá para muitas realidades...
    Nem de propósito, voltei aqui (e vi este espetáculo) porque hoje estive a almoçar com alguém que usa um Taycan no dia-a-dia...que fica no fim de semana a carregar, porque para a leviandade e paz de espirito desses dias, ainda não dá.
    Ora se neste caso existem outros carros para esse serviço, no caso das pessoas que ganham 1000€, o que há?
    No caso de alguém que vai agora comprar um carro para ir de A a B, mesmo que se ajuste à sua realidade semanal e esteja disposto a programar o uso restante de forma a contornar algum eventual limite de autonomia vai, muitas vezes, deparar-se com a dura realidade dos preços bem mais elevados que os ICE equivalentes, que poderá nunca recuperar.
    Quanto aos argumentos ambientalistas, eu pessoalmente também tenho algumas dúvidas em relação aos EV (como tenho em relação aos ICE, mas pelo menos são mais transparentes) mas cada um vê as suas prioridades. Simplesmente acho que apesar de vir a ganhar peso, não é um factor que a generalidade da população tenha em consideração quando compra as suas coisas (excepto indirectamente: impostos).

    Enquanto houver um pensamento de matilha (como já houve com Diesel, há muitos anos, mas não neste tipo de religiosidade) dos "early adopters", em que empresas têm fãs, produtos são defendidos e soluções são únicas em vez de se discutirem as coisas pelos seus méritos e deméritos, toda a gente perde.

    Eu posso ter um seguro de saúde impecável, mas beneficio imenso de viver num país com um SNS forte. E a minha perspectiva da implementação de soluções sem emissões nos transportes é exactamente a mesma.
    Concordam com este comentário: pulinheira, IronManSousa
  11.  # 31

    Uma coisa é uma pessoa dizer que não tem possibilidade financeira para comprar um VE que permita fazer viagens grandes. Ou então viver num lugar sem possibilidade de carregar e sem uma maneira prática e económica de o fazer fora de casa. Esse tipo de situações são compreensíveis e justificam plenamente a impossibilidade de adoção de um VE.
    Agora outra coisa é largar afirmações como considerar inaceitável que não exista um VE capaz de fazer 400km a 120 km/h direto, quando existe a opção de parar 10-15min para poder fazer o percurso a essa velocidade e uma rede suficientemente desenvolvida para não haver desertos de postos de 300km. Penso que são essas entradas a pés juntos que geram mais controvérsia.

    Tenho sérias dúvidas que um grande faixa da população necessite mesmo de fazer esses esticões sem qualquer margem de manobra. Se há muita gente que não está ainda apta a mudar para VE, acredito que seja muito mais pelas razões acima referidas do que por não haver ainda autonomias astronómicas.
    Concordam com este comentário: pguilherme
  12.  # 32

    No meu caso, é por causa da autonomia, faço com frequência viagens de 450 kmse os VE não dão para isso, costumo parar a meio, A23, vila velha de rodão, não tem carregamento. Tenho de andar nas outras à procura ver se há? Gosto de fazer roadtrips, parar rm cada 200 km p esperar meia hora p carregar vai aumentar bastante os tempos de viagem. E se o carregador estiver avariado ou ocupado? Terei um VE como 2o carro, mas terei um a diesel ou hibrido para viagens longas. Se só pudesse ter um só caro não poderia ser VE.
    A viagem mais longa foi 3000 kms até à Croácia, em 30 horas. Nenhum VE permite isso
    Concordam com este comentário: ThingsHappen
  13.  # 33

    Colocado por: IronManSousaA viagem mais longa foi 3000 kms até à Croácia, em 30 horas. Nenhum VE permite isso


    Isso é uma brutalidade. Foi sempre você a conduzir?
  14.  # 34

    Sim, com uma paragem de 40 mins para dormir um pouco. Mas não foi agradável.
    Ou exemplos de 1200 para Andorra, para esquiar, o VE dificilmemte faria em 12h, se tivesse de fazer 4 ou 5 paragens de 30 ou mais minutos para carregar. Além que teria de saber em Espanha quais as estações que permitem carregar. Uma trabalheira.
    Agora, 300 kms de autonomia para ir trabalhar todos os dias e só carregar ao fim de semana, isso sim, o VE permite.
    Durante a semana usa-se o VE e para viagens longas usa-se o outro. Mas nem toda a gente pode ter 2 carros e muito menos um carro que custe mais de 20 mil.
    Concordam com este comentário: ThingsHappen
  15.  # 35

    Colocado por: IronManSousa Além que teria de saber em Espanha quais as estações que permitem carregar. Uma trabalheira.
    Concordam com este comentário:ThingsHappen


    Está a dramatizar um pouco. Não é assim tão complicado carregar em Espanha. Funciona quase tudo à base de apps e há muitos postos para carregar. Se queremos optimizar as coisas de forma a usarmos os postos mais baratos, aí sim dá um pouco mais de trabalho, mas se não estamos para nos preocupar com isso é carregar e andar.
  16.  # 36

    É oficial. Xiaomi começará a desenvolver carros elétricos

    De acordo com o GizmoChina, esta nova divisão da Xiaomi terá um capital equivalente a 1,3 mil milhões de euros, ficando sob responsabilidade direta do fundador e CEO da empresa chinesa, Lei Jun.
  17.  # 37

    Com os fanboys que a Xiaomi tem, só pode ser um sucesso.
  18.  # 38

    Vi hoje num artigo que a Kia vai lançar um modelo novo, EV6.
  19.  # 39

    Colocado por: rjmsilvaCom os fanboys que a Xiaomi tem, só pode ser um sucesso.


    Tenho Xiaomis há sete anos. Primeira vez que tenho um ou dois gadjets, que não avariam em dois anos nem se tornam mais lentos ou perdem características... E baratos.
  20.  # 40

    Colocado por: JotaP

    Tenho Xiaomis há sete anos. Primeira vez que tenho um ou dois gadjets, que não avariam em dois anos nem se tornam mais lentos ou perdem características... E baratos.


    Outros dirão o mesmo da Apple, ou da Samsung ou da Huawei, etc... Fanboys.
    Concordam com este comentário: eu
 
0.0645 seg. NEW