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    • AMG1
    • 18 novembro 2025
    Colocado por: Sandra_ccJá agora. Isso à questão será que há muitos colegas estão em serviços e só codificam? Ou seja não fazem actos médicos práticos nenhuns, só codificação dos actos todos do serviço.


    Gostava de vos ouvir sobre isso


    Mas que relevância tem esse acto de "codificar"?
    Tanto quanto sei, não passa de um procedimento de cariz administrativo, cuja execução carece de conhecimentos técnicos, daí ser feito por um médico. Nesse sentido talvez possa configurar um acto médico, mas isso serão os tribunais a avaliar. Mesmo que não seja um acto médico, sendo uma tarefa profissional que o dr. Alpalhão praticou em benefício próprio, até pode vir a constituir um crime.
    A OM não tem de se preocupar com isso, tal como também não parece que esteja em causa a forma como os actos médicos propriamente ditos foram praticados, até porque parece não haver muitas dúvidas sobre a capacidade profissional do senhor. A questão para a OM é sobretudo de ordem ética, ou seja, como disse lá atrás, saber se o cavalheiro incumpriu ou não com algumas das disposições do codigo deontologico, por cujo cumprimento cabe à OM zelar.
    Claro que a OM está muito pouco habituada a lidar com estas questões éticas e deontológicas como, aliás, muitas outras instituições. Mas é tempo de se comecarem a preocupar, porque como se vê por este exemplo, comportamentos menos éticos podem estar na origem de prejuizos a muita gente, mesmo que no limite não sejam crime, nem sequer configurem sequer uma má prática quanto ao exercicio técnico da profissão.
    Concordam com este comentário: Sandra_cc, HAL_9000
  1. Colocado por: AMG1

    Mas que relevância tem esse acto de "codificar"?
    Tanto quanto sei, não passa de um procedimento de cariz administrativo, cuja execução carece de conhecimentos técnicos, daí ser feito por um médico. Nesse sentido talvez possa configurar um acto médico, mas isso serão os tribunais a avaliar. Mesmo que não seja um acto médico, sendo uma tarefa profissional que o dr. Alpalhão praticou em benefício próprio, até pode vir a constituir um crime.
    A OM não tem de se preocupar com isso, tal como também não parece que esteja em causa a forma como os actos médicos propriamente ditos foram praticados, até porque parece não haver muitas dúvidas sobre a capacidade profissional do senhor. A questão para a OM é sobretudo de ordem ética, ou seja, como disse lá atrás, saber se o cavalheiro incumpriu ou não com algumas das disposições do codigo deontologico, por cujo cumprimento cabe à OM zelar.
    Claro que a OM está muito pouco habituada a lidar com estas questões éticas e deontológicas como, aliás, muitas outras instituições. Mas é tempo de se comecarem a preocupar, porque como se vê por este exemplo, comportamentos menos éticos podem estar na origem de prejuizos a muita gente, mesmo que no limite não sejam crime, nem sequer configurem sequer uma má prática quanto ao exercicio técnico da profissão.
    Concordam com este comentário:Sandra_cc


    Sim, como diz e já expliquei é um acto de cariz exclusivamente administrativo que pode ser feito até de casa. Na prática pode ser feito por qualquer um que faça a formação de codificação, na verdade em nada implica que seja efectivamente um colega a fazer.

    Há muitos colegas em muitos serviços do SNS que estão encarregues por fazer a codificação do seu serviço. E ganham um acréscimo relativamente interessante por isso.

    Mas por fazerem codificação...ficam isentos de fazer tudo o resto. Só codificam. E esta hein?! Há muitos. Mas isso são outras núpcias...

    O resto do que escreveu está perfeitamente bem explicativo e concordo em absoluto.

    Em último caso ele pode ter cometido um crime de burla e falsificação, mas não ter violado a ética profissional porque a codificação poderá não ser enquadrada como acto médico.

    Á ordem cabe apreciar o carácter técnico, ético e humano dos procedimentos clinico-cirúrgicos efectuados. Mas a ordem pode não ter competência nem poder para ajuizar os procedimentos sem esse cariz clínico-cirurgico.
    •  
      Tyrande
    • 18 novembro 2025 editado
    Colocado por: AMG1

    Mas que relevância tem esse acto de "codificar"?
    Tanto quanto sei, não passa de um procedimento de cariz administrativo, cuja execução carece de conhecimentos técnicos, daí ser feito por um médico. Nesse sentido talvez possa configurar um acto médico, mas isso serão os tribunais a avaliar. Mesmo que não seja um acto médico, sendo uma tarefa profissional que o dr. Alpalhão praticou em benefício próprio, até pode vir a constituir um crime.
    A OM não tem de se preocupar com isso, tal como também não parece que esteja em causa a forma como os actos médicos propriamente ditos foram praticados, até porque parece não haver muitas dúvidas sobre a capacidade profissional do senhor. A questão para a OM é sobretudo de ordem ética, ou seja, como disse lá atrás, saber se o cavalheiro incumpriu ou não com algumas das disposições do codigo deontologico, por cujo cumprimento cabe à OM zelar.
    Claro que a OM está muito pouco habituada a lidar com estas questões éticas e deontológicas como, aliás, muitas outras instituições. Mas é tempo de se comecarem a preocupar, porque como se vê por este exemplo, comportamentos menos éticos podem estar na origem de prejuizos a muita gente, mesmo que no limite não sejam crime, nem sequer configurem sequer uma má prática quanto ao exercicio técnico da profissão.
    Concordam com este comentário:Sandra_cc


    No mínimo é burla ao erário público. Abuso de poder. Falsificação. Chame-lhe o que quiser.
    Sim, é crime.

    Querer dizer que é bom médico porque técnicamente é muito bom, mas depois é um trafulha por trás, é mesmo do melhor.

    Não tem ética nenhuma.

    Se falsifica códigos pra ganhar mais uns trocos, sabe lá mais Deus o que é capaz de fazer.
    É que o indíviduo nem sequer ganha mau, já pra começar. Mas a ganância é tanta que é irresistível, né?
    Quiça tinha a prestação do Ferrari em atraso e teve de ser...A gente compreende, né?) é um mau profissional, mau caráter e pra mim deve ser punido por isso.

    Fazendo comparação ao Universo do Fórum da Casa, pode ser o melhor empreiteiro do mundo e arredores, acordou com o DO colocar pavimento flutuante do barato, mas depois cobra por madeira genuína de Ipê na fatura final. Eu quero lá saber se o pavimento flutuante ficou bem instalado. Quero é saber que é um mau caracter que está a tentar comer o DO de cebolada e a cobrar uma coisa que não corresponde à verdade.
  2. Colocado por: Tyrande

    No mínimo é burla ao erário público. Abuso de poder. Falsificação. Chame-lhe o que quiser.
    Sim, é crime.

    Querer dizer que é bom médico porque técnicamente é muito bom, mas depois é um trafulha por trás, é mesmo do melhor.

    Não tem ética nenhuma.

    Se falsifica códigos pra ganhar mais uns trocos, sabe lá mais Deus o que é capaz de fazer.
    É que o indíviduo nem sequer ganha mau, já pra começar. Mas a ganância é tanta que é irresistível, né?
    Quiça tinha a prestação do Ferrari em atraso e teve de ser...A gente compreende, né?) é um mau profissional, mau caráter e pra mim deve ser punido por isso.


    Vai ser. Mas provavelmente não pela ordem. Não que a ordem não queira, mas não estou a ver por onde lhe pode pegar. Não é fácil.
  3. Colocado por: Sandra_ccQuestões políticas.

    Mas está a fazer pontaria ao alvo errado: a ordem.

    Enfim, há anos que a opinião pública faz estes alvos. O resultado? À vista.


    Eu não faço pontaria nenhuma. Apenas respondi ao que se comentou sobre o carácter utópico da Ordem em defender a profissão.

    Eu de Medicina, SNS, saúde, etc... sou um completo ignorante.

    Já sobre o papel de uma Ordem, posso fazer um paralelismo com a minha, para a qual pago e sobre o que espero dela enquanto associado e cidadão civil.

    De resto, sobre os médicos, acho que estes casos desprestigiam a sua nobre profissão, e é dever da respectiva Ordem lutar por isso, em vez de fazer o contrário.

    De resto, concordo consigo, o alvo principal não deveria ser a Ordem, mas o goberno. Pois governam a Saúde como um todo, e não apenas o SNS.

    Agora, apesar da minha ignorância, não me parece difícil entender quem tem lucrado com este caos todo na Saúde. Os doentes é que não têm sido aparentemente...
    Concordam com este comentário: Sandra_cc
  4. Colocado por: Sandra_ccVai ser. Mas provavelmente não pela ordem. Não que a ordem não queira, mas não estou a ver por onde lhe pode pegar. Não é fácil.


    Não é fácil?
    Basta ler a primeira frase do seu CD:
      Screenshot_20251118_163758_Chrome.jpg
  5. Colocado por: Tyrande

    No mínimo é burla ao erário público. Abuso de poder. Falsificação. Chame-lhe o que quiser.
    Sim, é crime.

    Querer dizer que é bom médico porque técnicamente é muito bom, mas depois é um trafulha por trás, é mesmo do melhor.

    Não tem ética nenhuma.

    Se falsifica códigos pra ganhar mais uns trocos, sabe lá mais Deus o que é capaz de fazer.
    É que o indíviduo nem sequer ganha mau, já pra começar. Mas a ganância é tanta que é irresistível, né?
    Quiça tinha a prestação do Ferrari em atraso e teve de ser...A gente compreende, né?) é um mau profissional, mau caráter e pra mim deve ser punido por isso.

    Fazendo comparação ao Universo do Fórum da Casa, pode ser o melhor empreiteiro do mundo e arredores, acordou com o DO colocar pavimento flutuante do barato, mas depois cobra por madeira genuína de Ipê na fatura final. Eu quero lá saber se o pavimento flutuante ficou bem instalado. Quero é saber que é um mau caracter que está a tentar comer o DO de cebolada e a cobrar uma coisa que não corresponde à verdade.


    Tem de se queixar à instância certa.

    Mas o que ele fez de modo simplista pode dizer-me que foi isso. Mas, ao mesmo tempo não foi.

    Ele codificava procedimentos com 'pozinhos', dizia que um sinal já era uma neoplasia, que o doente já tinha doenças crônicas, antecedentes clínicos etc.

    'Dizia' que o pavimento anterior estava mau,o actual deu mais trabalho, que teve que ser mais bem colocado...

    E tudo junto isso rendia-lhe a ele, ao hospital, ao serviço, e a TODA equipa (ajudante, instrumentista, auxiliares, anestesista, administrativa...) que operavam com ele, mais valor de honorários.

    E pelos vistos, também registava como SIGIC procedimentos que fazia em bloco de rotina. Operava no(s) dia(s) de bloco dele e depois lançava o procedimento como SIGIC e com códigos 'gordinhos'.
  6. Colocado por: N Miguel Oliveira

    Não é fácil?
    Basta ler a primeira frase do seu CD:
      Screenshot_20251118_163758_Chrome.jpg


    Lamento, mas não fica resolvido com isso.
  7. Colocado por: Sandra_ccCodificar não é cobrar.
    claro que não. Mas curiosamente o Alpalhão codificava os procedimentos mais bem pagos e não os mais baratos.

    Quanto a codificar ser ou não um ato médico, eu ia jurar que a reboque deste caso vi vários colegas seus a defender que codificar é uma competência específica dos médicos porque um administrativo nao tem o conhecimento técnico necessário para tal. Se isto por si só configura ou não um ato médico, eu também tenho dúvidas.

    Agora o que é certo é que a conduta ética do Alpalhão foi deplorável, e a ordem não dizer uma palavra acerca disso, sobretudo quando é uma organização que tem sempre algo a dizer sobre a gestão do SNS, é no mínimo reprovável.
    • eu
    • 19 novembro 2025
    Colocado por: HAL_9000a ordem não dizer uma palavra acerca disso,


    Oh, que surpresa...
  8. Colocado por: Sandra_ccLamento, mas não fica resolvido com isso.


    Mas como, na vossa Ordem, as regras são letra morta? Se há uma questão éticamente censurável, a Ordem pode e deve condicionar a ação do seu associado.

    Veja a FIFA e a cotevelada do Ronaldo...
    Veremos se a Ordem dos Advogados faz o mesmo com o Advogado do Sócrates...
    Veja a os Arquitectos e o Sr. Tomás Taveira...
    E por aí fora...

    Na sua opinião, não houve conducta imprópria do Alpalhão? Você faria o mesmo?

    Quem lamenta sou eu... que vejo esta palhaçada, oportunismo e parasitismo mais vezes do que das que gostaria.
    Concordam com este comentário: HAL_9000
  9. Para um tópico que seria para enunciar as coisas boas do SNS, só há degredo total...

    A melhor maneira de criar opinião sobre o nosso SNS é viver uns tempos sem o ter. Afinal, só damos valor à saúde quando estámos doentes, à chuva quando há incêndios, e à possibilidade de aceder a serviços médicos tendencialmente gratuitos quando não o temos.
    Há muitos profissionais a ganhar muita pasta com esta confusão toda. Afinal a Ética que se lixe, não é verdade? Enfim...
    Concordam com este comentário: HAL_9000
    • AMG1
    • 19 novembro 2025
    Colocado por: Sandra_cc

    Em último caso ele pode ter cometido um crime de burla e falsificação, mas não ter violado a ética profissional porque a codificação poderá não ser enquadrada como acto médico.

    Á ordem cabe apreciar o carácter técnico, ético e humano dos procedimentos clinico-cirúrgicos efectuados. Mas a ordem pode não ter competência nem poder para ajuizar os procedimentos sem esse cariz clínico-cirurgico.


    É aqui que nós discordamos por completo. Eu entendo que a OM também tem obrigacao de zelar pelo cumprimento do codigo deontológico e se por acaso houver crime, até acabaria por ser estranho, que o homem fosse condenado por ter cometido um crime no desempenho das suas funções como médico (a eventual fraude na codificação) e perante isso, a ordem não encontrar motivo para censurar o seu comportamento como uma falha deontológica.
    Depois, muito sinceramente acho que este homem, que pode até ser o melhor medico do mundo, também é (ou parece ser) um vigarista e a OM, tal como já aí mencionou o Nuno Miguel Oliveira, também tem o dever de defender os outros médicos, para que não acabem todos confundidos com o comportamento individual de alguns.
    O espirito corporativo é compreensivel e é uma componente da cultura profissional dos médicos, mas não pode (não deve) ser a OM a assumir a dianteira dessa luta, senão corre o risco de se descredibilizar e com isso também descredibilizar os médicos, cuja maioria seguramente não se revêm no comportamento do dr. Alpalhão. É ver alguns comentários que aqui estão para ver a forma nem negativa como o comportamento da ordem avaliado e com isso são todos os medicos que são prejudicados na sua imagem junto do público.
    A ordem é a primeira responsável, até com poderes delegados pelo estado, pela regulação da profissão, esse papel naoppde ser nubca confundido com o de um sindicato, senão é a profissão de médico a principal prejudicada.
    Bem sei que nos tempos que correm, o prestigio e a relevancia profissional é sobretudo aferida pelos proveitos que daí resultam, mas há outras dimensões igualmente importantes e que não se esgotam só no rendimento.
    Claro que o facto do homem ter ganho aquele dinheiro até pode ser chocante para alguns, mas não é isso que está em causa. O que verdadeiramente está em causa é que (aparentemente) não foi dinheiro ganho de forma honesta utilizando apenas os seus conhecimentos e experiencia, enquanto médico, já que a esses terá juntado outros dotes bem mais prosaicos.
  10. Colocado por: HAL_9000claro que não. Mas curiosamente o Alpalhão codificava os procedimentos mais bem pagos e não os mais baratos.

    Quanto a codificar ser ou não um ato médico, eu ia jurar que a reboque deste caso vi vários colegas seus a defender que codificar é uma competência específica dos médicos porque um administrativo nao tem o conhecimento técnico necessário para tal. Se isto por si só configura ou não um ato médico, eu também tenho dúvidas.

    Agora o que é certo é que a conduta ética do Alpalhão foi deplorável, e a ordem não dizer uma palavra acerca disso, sobretudo quando é uma organização que tem sempre algo a dizer sobre a gestão do SNS, é no mínimo reprovável.


    Tenho grandes dúvidas se se pode constituir como acto médico. Sobretudo como acto médico suscetível de ser ajuizado pela ordem.

    Se é acto médico porque não há disciplinas de codificação na licenciatura? Porque é que a maioria de nós nem codifica? Porque é que fora de Portugal nem fazem ideia do que se trata? Porque é que eu e os que estão fora do SNS a codificação nem faz parte do panorama?

    Sim, a codificação é competência exclusiva dos colegas que fazem a formação de codificação. Honestamente não vejo que seja necessário ser médico para codificar, mas é um requisito da formação. Daí a codificar ser um acto médico, perdoem, mas é muito puxado. Não excluo que seja, mas sinceramente que é esticado.
  11. Colocado por: N Miguel Oliveira

    Mas como, na vossa Ordem, as regras são letra morta? Se há uma questão éticamente censurável, a Ordem pode e deve condicionar a ação do seu associado.

    Veja a FIFA e a cotevelada do Ronaldo...
    Veremos se a Ordem dos Advogados faz o mesmo com o Advogado do Sócrates...
    Veja a os Arquitectos e o Sr. Tomás Taveira...
    E por aí fora...

    Na sua opinião, não houve conducta imprópria do Alpalhão? Você faria o mesmo?

    Quem lamenta sou eu... que vejo esta palhaçada, oportunismo e parasitismo mais vezes do que das que gostaria.


    Tem de ser provado. Presunção de inocência.
  12. Colocado por: N Miguel OliveiraPara um tópico que seria para enunciar as coisas boas do SNS, só há degredo total...

    A melhor maneira de criar opinião sobre o nosso SNS é viver uns tempos sem o ter. Afinal, só damos valor à saúde quando estámos doentes, à chuva quando há incêndios, e à possibilidade de aceder a serviços médicos tendencialmente gratuitos quando não o temos.
    Há muitos profissionais a ganhar muita pasta com esta confusão toda. Afinal a Ética que se lixe, não é verdade? Enfim...


    Não podemos considerar mal todos os que ganham bem. Mesmo que isso seja uma consequência de um sistema disfuncional, pois muitos nem quota de responsabilidade têm nisso. Ética não implica ser prejudicado ou não ganhar bem. Há muitas confusões sobre estes aspetos na medicina em Portugal. Parece que só quem faz voluntariado e só se for gratuito é que é ético. Isso não é justo.
    • eu
    • 19 novembro 2025
    Colocado por: Sandra_cchttps://www.rtp.pt/noticias/pais/ministra-admite-que-numero-de-chamadas-por-atender-na-linha-de-saude-24-e-muito-elevado_n1698821


    Lol

    Passam a obrigar as pessoas a ligar sempre para a linha, e depois ficam surpreendidos pelo aumento do número de chamadas.

    Este País é uma comédia.
    • eu
    • 19 novembro 2025
    A última vez que um familiar meu teve que ligar para a linha, esteve à espera uma hora até atenderem.

    Se fosse um caso de vida ou de morte, estaria morto antes de atenderem.

    Este País é um circo, e nós somos os palhaços.
    Concordam com este comentário: carlosj39, Sandra_cc
 
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