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  1.  # 41

    eu tenho uma empresa e recebo só depois de deixar a mercadoria e nunca vi em lado nenhum alguem pagar 1º, e receber o material depois e sem o ver.


    Boa tarde. Gostaria de saber qual é a actividade da sua empresa? a Empatias além das Casas de Madeira tem uma quantidade de serviços associados que complementam as casas(decoração,mobiliário,arquitectura,remodelações etc..)e posso assegurar-lhe que quem trabalha com o estrangeiro, como nós, temos de pagar adiantado alguns equipamentos(mobiliário por ex.) ou no caso das casas de madeira temos de adiantar 50% do valor à partida, e a casa tem de estar integralmente paga no momento da saída de fábrica. Ou seja, em 8 semanas(entre a encomenda e a entrega) a casa está paga ao fornecedor. Logo o seu apelo estridente é um pouco fora de contexto e não é totalmente realista nem verdadeiro.
    Um exemplo real a que assisti com estes olhos, na fábrica da Finlândia. Um camião de um cliente(nem lhe vou mencionar o nome, apenas digo que é uma multinacional, logo credível em princípio) chegou para carregar uma casa, estava paga a 50%, os restantes deviam ser pagos com a carga no camião. Após a carga completa o camião foi impedido de sair pois não estavam pagos os restantes 50%. Resultado, o camião ficou ali e só saiu 2 dias depois após a confirmação do pagamento.
    Mais uma coisa, tem a ver com filosofia e cultura empresarial nos países do Norte e centro da Europa. Ouvi de um fornecedor, após uma conversa acerca de fornecimentos e condições de pagamento, em que estavamos a tentar obter pagamentos a 30 e 60 dias, tão costumeiros(e muito mal) entre o chico esperto do português, a começar pelo Estado; ouvi dizia; o seguinte: "o quê, vocês em Portugal funcionam com pagamentos a 60 dias?" "sim, respondi eu". "pois, então é por isso que Portugal está tão atrasado em relação ao resto da EU, pagamentos com esses prazos são para encerrar e fazer falir empresas, aqui não funcionamos assim"(Bélgica,França,Finlândia,Noruega)especialmente estes com quem temos relações comerciais, funcionam assim. E têm razão.

    Abram os olhos e não alimentem quem tem vicios, e que me perdoem os honestos que pedem adiantamentos mas o seguro morreu de velho.


    Já trabalhou com algum País africano? todas as empresas que têm relações comerciais com esses Países recebem à cabeça através de créditos documentados irrevogáveis. E é assim que deve ser. Nenhuma empresa tem de financiar os clientes, existem bancos para isso. Trata-se acima de tudo de confiança, seriedade, honestidade entre cliente e vendedor de serviços(empresa). O que sucede, como referi atrás, e é o grande problema; é a existência do "chico-espertismo"que está instalado na nossa sociedade, e ninguém acredita em ninguém, ou como diria o outro: anda 1/2 mundo a enganar o outro 1/2, agora deve ser 2/3 a enganar 1/3.

    Pagar por partes a medida que o trabalho avança ainda aceito, agora adiantado sem ver nada,


    No caso das casas, aquilo que a Empatias faz é receber adiantado do cliente uma parte,o mesmo que quando qualquer pessoa vai comprar casa tem de adiantar para o contrato de compra e venda e depois reforçar essa verba. Assim funcionam todas as empresas nesta área, mas entretanto está trabalho a ser feito:fundações,base de assentamento, preparação do terreno. Caso contrário estaremos a financiar a casa do cliente na fábrica, e o objectivo não é esse, essa função é das instituições de crédito e bancos.
    Atentamente
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    • Linus
    • 3 Janeiro 2009 editado

     # 42

    Colocado por: empatiasCaso contrário estaremos a financiar a casa do cliente na fábrica, e o objectivo não é esse, essa função é das instituições de crédito e bancos.

    Não concordo. Mas já que é dessa opinião devia começar a pagar a alimentação dos vitelos que daqui a 6 meses ou 1ano vão estar no seu prato com aquele aspecto delicioso de picanha ou de bife do lombo!!

    Porque caso contrário o criador e produtor de carne estará a financiar a alimentação do cliente na "fábrica". (repare que esta frase é muito semelhante à sua).
  3.  # 43

    Colocado por: empatiasUm exemplo real a que assisti com estes olhos, na fábrica da Finlândia. Um camião de um cliente(nem lhe vou mencionar o nome, apenas digo que é uma multinacional, logo credível em princípio) chegou para carregar uma casa, estava paga a 50%, os restantes deviam ser pagos com a carga no camião. Após a carga completa o camião foi impedido de sair pois não estavam pagos os restantes 50%. Resultado, o camião ficou ali e só saiu 2 dias depois após a confirmação do pagamento.

    Essa empresa de "credível" não deve ter muito... Para um fornecedor o tratar assim já devem andar bem escaldados!

  4.  # 44

    Colocado por: empatiasMais uma coisa, tem a ver com filosofia e cultura empresarial nos países do Norte e centro da Europa. Ouvi de um fornecedor, após uma conversa acerca de fornecimentos e condições de pagamento, em que estavamos a tentar obter pagamentos a 30 e 60 dias, tão costumeiros(e muito mal) entre o chico esperto do português, a começar pelo Estado; ouvi dizia; o seguinte: "o quê, vocês em Portugal funcionam com pagamentos a 60 dias?" "sim, respondi eu". "pois, então é por isso que Portugal está tão atrasado em relação ao resto da EU, pagamentos com esses prazos são para encerrar e fazer falir empresas, aqui não funcionamos assim"(Bélgica,França,Finlândia,Noruega)especialmente estes com quem temos relações comerciais, funcionam assim. E têm razão.

    Isso é outro assunto totalmente diferente. Também concordo que DEPOIS DE PRESTADO, um serviço deve ser rapidamente liquidado. Mas é DEPOIS...
  5.  # 45

    Não concordo. Mas já que é dessa opinião devia começar a pagar a alimentação dos vitelos que daqui a 6 meses ou 1ano vão estar no seu prato com aquele aspecto delicioso de picanha ou de bife do lombo!!


    Boa tarde. A comparação é desajustada e nem sequer pode ser comparada, são situações distintas e incomparáveis. Senão responde de uma forma mais radical, não como carne. Faça o mesmo com as obras em casa ou compra de uma

    Porque caso contrário o criador e produtor de carne estará a financiar a alimentação do cliente na "fábrica". (repare que esta frase é muito semelhante à sua).


    Repare na sua frase, criador e produtor, daí eu ter respondido antes como respondi. Não é comparável, eu ou a empresa não somos produtores ou criadores, somos neste caso clientes, e pagamos antecipadamente ao produtor(fabricante). Por outro lado os custos são completamente diferentes. A fábrica também teve de comprar áreas de terrenos e florestas para corte e abate de árvores, o vendedor dessas florestas também as terá comprado e ou herdado etc.. é um circulo, e é a lei do mercado com actuações distintas para os diversos produtos. Não faça por favor comparações entre produtos incomparáveis, até mesmo entre uma Casa em Madeira e uma casa de alvenaria não é possível a comparação com prejuízo claro da alvenaria.
    Já agora da forma como para si a situação deve ser, quer dizer que nunca poderá comprar uma casa, pois sabe que existe um contrato de compra e venda em que tem de dar uma verba de sinal, e passados pouco tempo reforçar o mesmo.
    Este tipo de situação só prejudica as empresas, grandes ou pequenas, e veja o caso do Estado que é o pior caloteiro que existe e o principal causador das falências das empresas com os atrasos de pagamento.
    Por isso volto a repetir, temos muito que aprender com outras culturas mais avançadas economicamente. Eles é que estão correctos.
    Atentamente
  6.  # 46

    Colocado por: empatiasNão faça por favor comparações entre produtos incomparáveis, até mesmo entre uma Casa em Madeira e uma casa de alvenaria não é possível a comparação com prejuízo claro da alvenaria.

    O seu caso de facto é muito particular. Tem razão.
    Mas se o tópico fala sobre construção em alvenaria e respectivos adiantamentos e se você admite que este tipo de construção não é comparável com as casas em madeira?? Não percebo porque deu o seu exemplo? Mas repare que numa construção em alvenaria estamos a falar de pagar algo que não está feito. Eu até nem me importo de pagar ao dia!

    Bom isto são guerras inúteis. Cada cabeça sua sentença. Quem me dera receber adiantado ou no acto de venda. Mas cada actividade e sector da sociedade tem as suas regras. Tem ideia do empate de capital que uma joalharia tem no stock para que o cliente possa ver as jóias em vez de olhar para uma foto ou esquema da mesma. Mais uma vez cada actividade é gerida da forma como o patrão ou mercado exigem.
    Como vê as comparações desajustadas ou não, valem o que valem...

    Colocado por: empatiasJá agora da forma como para si a situação deve ser, quer dizer que nunca poderá comprar uma casa, pois sabe que existe um contrato de compra e venda em que tem de dar uma verba de sinal, e passados pouco tempo reforçar o mesmo.

    Já viu bem o que está a dizer? Uma coisa é comprar uma casa outra é mandar construir...
    Fiz à pouco tempo uma promessa de compra e venda. já paguei mais de 95% do valor, os restantes 5% são pagos no acto de escritura. Sem problemas... é um terreno, tenho a chave pro mesmo, é palpável, eu vi antes de assinar e pagar.

    Por isso, cada um por si e muito cuidado nos negócios...

    Cumps
  7.  # 47

    VMC e se o construtor recebe e resolve fugir, depois vc diz oh pronto pelo menos não perdi tudo, se quer receber entao mostre trabalho, continuo a dizer isso de pagar antes de ver a obra, e para os outros, e acorde que vivemos num mundo de gente complicada, stressada e cheia de problemas devido as suas proprias asneiras, quem não tem dinheiro não abra empresas isso de contar com o dinheiro dos outros para trabalhar dá sempre mal resultado.
  8.  # 48

    Empatias se eu trabalhasse consigo então claramente que não iria de se importar de me dar uma garantia empresarial e pessoal como me iria dar o produto que eu coprei e que não recebi, e com juros de penalização claro, e em relação aos paises africanos não sei como trabalha mas normalmente os bancos fazem o trabalho todo tirando riscos a ambas as partes. e Empatias se eu realmente o conheçe-se até apertava a mão e fazia o negocio pq eu ainda fui ensinado assim pelo meu pai qd se aperta a mão é um contracto valido e selado, mas o problema é que esse tipo de contratos ja me levou a ter +/-300mil euros de incobraveis, ogo volto a dizer pagar adiantado não ou entao quero garantias, certamente o que vende não custa meia duzia de tostões para que se um gajo for enganado esqueça. E já agora tenho um editora de livros e multimédia, www.fgp-editores.com
  9.  # 49

    Caríssimos,
    Também estou no ramo dos barcos, daqueles com mais de 30pés, uns 9 ou 10m, que em muito se assemelha com o negócio das casas.
    Uma pessoa escolhe o modelo de barco (i.e. o tipo e dimensão da "casa"), o tipo de acabamentos, os tecidos, as madeiras, os pormenores dos equipamentos de cozinha e casas de banho, etc.
    Só que na adjudicação paga logo 50% (nalguns casos são 2 pagamentos de 25%).
    E o barco não sai da fábrica sem que este esteja integralmente, 100%, pago.
    Isto para quem quer (e estamos, de novo, a falar de empresas do centro e norte da Europa).
    Por cá fazem de outra maneira? Com os meus barcos não.

    O ponto de vista do industrial de construção é:
    Se não receber um adiantamento, e começar a obra num dia 15, no final do mês o cliente pode dizer-lhe que ainda há muito pouco trabalho feito, e que farão um auto no mês seguinte (quando, na verdade, a montagem de estaleiro ou p.ex. de andaimes pode ser muito dispendioso).
    No final do mês seguinte, diz-lhe que tem o dinheiro numa conta a prazo, pelo que terá de esperar só mais uns diazinhos.
    Ao fim de quase 2 meses, com a obra em pleno andamento, o dono da obra arranja um argumento qualquer e «despede» o empreiteiro, e este fica a abanar, com 2 meses de trabalho «investidos» e zero euros no bolso.

    Se isto fosse uma discussão ideológica nos anos de braza, seria o Trabalho (os que constroem) "contra" o Capital (os que mandam construir). :-)
    Os senhores proprietários ao quererem que os construtores sejam seus escravos e financiadores, não estarão a querer demais? :-))

    Luis
  10.  # 50

    Uma acha para a fogueira...
    Os pagamentos não poderão ficar definidos no contrato?
  11.  # 51

    Colocado por: Luis K. W.Os senhores proprietários ao quererem que os construtores sejam seus escravos e financiadores, não estarão a querer demais?

    Com o exemplo que deu, e que infelizmente se repete até à exaustão neste país, é claro que querem demais! Mas falamos de incumpridores... E desses clientes ninguém precisa.
    O mesmo pode acontecer pelo lado de uma construtora que recebe um adiantamento e depois não começa o trabalho no prazo acordado, e quando decide iniciar a obra só monta o estaleiro e diz que volta dai a 2 semanas. Ou então há o caso em que nem aparecem...

    Por isso é que a questão da confiança é subjectiva. Tem de haver um controlo apertado de ambas as partes!

    Existe outro problema que permite que haja tal descrédito na construção em Portugal, que é o facto das autoridades serem condescendentes com muito do que se faz. E na maioria dos casos a empresa se se vir apertada fecha portas e abre com outro nome.

    É completamente legitimo que Luís peça um adiantamento nas obras que realiza, mas não estranhe se houverem clientes que não aceitem as suas condições. Isso não só é também legitimo como não significa, de maneira alguma, que o cliente não seja honesto ou bom-pagador.

    Cumps
  12.  # 52

    Caro Linus,

    Compreendo-o e concordo consigo.

    E depois... uma coisa é o que eu peço, outra coisa é o que fica acordado. :-)

    Se o cliente me quiser adjudicar a obra, porque tenho o melhor preço OU/e porque confia em mim (e se eu confiar nele), podemos chegar a um entendimento.

    Por exemplo (e é frequente): o Dono de Obra paga-me os 20 ou 25% de adjudicação (poucos) dias depois de a obra ter começado (nessa altura já lá estarão as máquinas, as barracas, as casas de banho portáteis, os andaimes montados, ou lá o que for preciso) e, eventualmente, o primeiro auto de medição só será feito a partir do 2º mes de trabalho.

    Luís
  13.  # 53

    Colocado por: somdigitalUma acha para a fogueira...
    Os pagamentos não poderão ficar definidos no contrato?


    Podem não .... DEVEM ficar no contrato como anexo ao mesmo... embora a maior parte das vezes de pouco serve, pois há falta de um dos envolvidos, o problema resolve-se nos tribunais e depois ao fim de meio século o problema está resolvido, não por decisão dos tribunais mas pela morte dos mesmos.

    Sem saber muito bem como isso funciona, mas as garantias bancárias deveria ser a melhor opção!

    um abraço

    Filipe

    http://montedochafariz.blogspot.com/
  14.  # 54

    Já viu bem o que está a dizer? Uma coisa é comprar uma casa outra é mandar construir...
    Fiz à pouco tempo uma promessa de compra e venda. já paguei mais de 95% do valor, os restantes 5% são pagos no acto de escritura. Sem problemas... é um terreno, tenho a chave pro mesmo, é palpável, eu vi antes de assinar e pagar.


    Boa noite. O que estou a dizer nem se insere neste tópico, acabei por desviar-me, apenas dando um ex.de quem compra casa. Para quem constrói, para nós aplica-se da mesma forma.
    Existe um contrato que é assinado como garantia para ambas partes, em que estão definidos os modos de pagamento e os momentos desses pagamentos/adiantamentos, se quizer chamar assim, porque na realidade os únicos adiantamentos são o inicial, no momento da assinatura do contrato e um reforço ao fim de algumas semanas. Se forem solicitadas garantias, não temos problema em as fazer, serão é atribuídos todos os custos e despesas ao cliente como é evidente. Se a empresa acredita nos clientes, porque não haverão os clientes de acreditar na empresa. É um círculo de confiança, que para nós é sagrado, continuamos a trabalhar em mais de 90% dos casos com base na confiança, seriedade e honestidade. Como alguém já aí escreveu, ainda sou do tempo de um aperto de mão valer tanto ou mais que um contrato, mas assinamos sempre.
    Atentamente
  15.  # 55

    Colocado por: bushyEmpatias se eu trabalhasse consigo então claramente que não iria de se importar de me dar uma garantia empresarial e pessoal como me iria dar o produto que eu coprei e que não recebi, e com juros de penalização claro,


    Boa noite. Claro que não me importo nada, esses custos e despesas no entanto recaem sobre o comprador, é assim que temos feito.

    e em relação aos paises africanos não sei como trabalha mas normalmente os bancos fazem o trabalho todo tirando riscos a ambas as partes.


    Em relação a África a situação é complexa, especialmente na área de mercado das casas de madeira pois há vários intervenientes. Ou seja, com esses paíse não há mesmo hipótese de confiança, são garantias bancárias emitidas ao fabricante, nem passa pela Empatias nessa fase da encomenda, apenas gerimos o negócio e iremos proceder à montagem das casas, operação que será paga localmente, e diariamente. Falham um dia, a obra pára.

    e Empatias se eu realmente o conheçe-se até apertava a mão e fazia o negocio pq eu ainda fui ensinado assim pelo meu pai qd se aperta a mão é um contracto valido e selado,


    Ainda bem pois nós ainda o fazemos com algumas pessoas, já nos temos "entalado" mas, continuo a acreditar que há um fundo bom em toda a gente.

    mas o problema é que esse tipo de contratos ja me levou a ter +/-300mil euros de incobraveis, ogo volto a dizer pagar adiantado não ou entao quero garantias,


    Pois nós também temos essa saga, não é tanto, mas mesmo assim para uma empresa pequena fez alguma mossa, e o pior é que é o Estado(Câm.Mun) e já lá vão mais de 3 anos. Já nem pensamos em receber.
    Atentamente
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  17.  # 56

    Essa empresa de "credível" não deve ter muito... Para um fornecedor o tratar assim já devem andar bem escaldados!


    Boa noite. Não é a credibilidade dessa empresa que eu pretendia realçar mas sim a forma de trabalhar de outros países mais.... desenvolvidos. É por isso que cada vez mais somos o c... da EU. Quase todos os países que entraram depois de nós, especialmente os da ex URSS já têm níveis de desenvolvimento superiores aos nossos. Estamos cada vez mais no fundo da sanita.
    Atentamente
  18.  # 57

    Isso é outro assunto totalmente diferente. Também concordo que DEPOIS DE PRESTADO, um serviço deve ser rapidamente liquidado. Mas é DEPOIS...


    Não tem nada de diferente pois não é depois de prestado. Ainda antes, quando faz a encomenda tem de disponibilizar entre 25 a 50%, e nesta fase não há nenhum serviço prestado.
    Atentamente
  19.  # 58

    Bom dia,
    posso dar um exemplo do que se passa no mundo informatico, onde tambem se constroem, nao casas mas aplicacções, que tambem levam tempo e necessitam de equipas.

    20% a 40% com a adjudicacao. Uma vez que o cliente vai ficando com a obra/aplicacao feita, impede que nos mande passear e que a meio do projecto contrate um ""indiano" qualquer para acabar o trabalho por 2€/hora

    50% - Com a entrega do projecto/chave - Compete ao construtor/developer/programador/analsista/whatever garantir que a partir daqui, qualquer erro de concepcao seja corrigido. Nesta altura, o cliente gosta de pedir novas funcionalidades/janelas/portas/soalho.... isso leva a novo orcamento. É a partir daqui que se ve a indonedade de quem desenvolve/constroi

    O restante com a aceitacao da obra/aplicacao.

    Outra alternativa é 20% com a adjudicacao, mensalmente ir sendo pago de acordo com a percentagem de conclusao. O MS Project é uma boa ferramenta para ir gerindo o desenrolar das coisas.

    Ja agora, so como nota de rodape, o MS Project pode dar uma boa ajuda na gestao da obra. Entre recursos, prazos, o software tem mto potencial.
  20.  # 59

    Colocado por: c4m4l340Ja agora, so como nota de rodape, o MS Project pode dar uma boa ajuda na gestao da obra. Entre recursos, prazos, o software tem mto potencial.

    Para obra não é tão bom como o pintam, Se puxarmos por ele a sério, dá raters por todo o lado. è bom para fazer uma barrinhas, mas para aplicação pesada na construção civil deixa muito a desejar.

    Como as ligações são apenas SS, FF, SF e FS, imaginemos uma situação:

    Vou escavar uma vala, ao fim de 5 dias, começo a meter tubos e ao fim de 5 dias após o inicio dos tubos, começo a tapar a vala. Simples, com ligações SF+5d, está feito. Agora vamos controlar.

    Temos azar, ao 2º dia começou a chover forte e feio e tive de interromper a 1ª actividade de escavação. Como não escavei, não posso fazer as sucessoras. Chego á barra da escavação e interrompendo com um split ou considerando uma percentagem executada, o que vai acontecer ás actividades dependentes? Arrancam na mesma, e não podiam. Agora imagine isto num plano de trabalhos com 3000 actividades (e já trabalhei com maiores)

    Fica tudo engatado.
  21.  # 60

    Estou, claramente, de acordo com o c4m4... camaleao quanto a adjudicações e pagamentos intercalares.
    Quanto ao MS Project, é que não!
    Luis
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