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    • eu
    • 24 janeiro 2023

     # 1

    Colocado por: HAL_9000Quanto ao "os mercados regulam-se" foi o que estiveram a fazer nos últimos anos, e o resultado está à vista. Claramente não se estão a regular em favor do consumidor. Pelo menos não do consumidor português.


    Em Portugal, os mercados "cartelizam-se" e "monopolizam-se", com o aval do Estado.
    Concordam com este comentário: Vítor Magalhães, MaxInt
  1.  # 2

    Colocado por: AMVPbens alimentares do Estado, para combater o problema que me parece idêntico ao da habitação.


    Quase toda a agricultura é subsidiada pelo estado/UE.

    Se assim não fosse vivíamos a trabalhar num estilo de vida de agricultura de subsistência dos anos 40-70 já que era impossível pagar o real valor dos alimentos apenas com o nossos fantásticos salários.
    • eu
    • 24 janeiro 2023

     # 3

    Colocado por: NostradamusSe assim não fosse vivíamos a trabalhar num estilo de vida de agricultura de subsistência dos anos 40-70 já que era impossível pagar o real valor dos alimentos apenas com o nossos fantásticos salários.

    Já faltou mais para isso...
  2.  # 4

    Colocado por: ferreiraj125

    Esta subida desenfreada é mesmo o preludio de um rebentar da bolha.


    Está quase.
    Concordam com este comentário: Vítor Magalhães
  3.  # 5

    Colocado por: HAL_9000Quanto ao "os mercados regulam-se" foi o que estiveram a fazer nos últimos anos, e o resultado está à vista. Claramente não se estão a regular em favor do consumidor. Pelo menos não do consumidor português.
    Concordam com este comentário:vmontalvao,Vítor Magalhães,ferreiraj125


    Convenhamos que é a intervenção excessiva do estado que arruinou completamente o mercado de arrendamento, empurrando os portugueses para a compra de casa, o que também ajuda a inflacionar os preços.

    Colocado por: Varejote

    Está quase.
    Concordam com este comentário:Vítor Magalhães


    Mais decada, menos decada, acontece.
  4.  # 6

    Colocado por: ferreiraj125Convenhamos que é a intervenção excessiva do estado que arruinou completamente o mercado de arrendamento,
    O estado interviu mais nos arrendamentos nos últimos 7 anos do que nos 15 anteriores? Eu ia jurar que desde a Lei Cristas que passou a inetrvir cada vez menos, e o problema da habitação não só não foi resolvido, como se agravou muito significativamente.

    Eu acho que a única forma legítima de o estado intervir na habitação é aumentando a oferta. Mas o aumento no preço da habitação que se observou desde 2015, não teve a ver com mais intervenção do estado junto dos senhorios.
  5.  # 7

    O SNS, as escolas públicas e os transportes funcionam tão bem que a malta quer passar ainda mais coisas para a tutela do estado. Força! A EPUL só demorou 17 anos a construir 4 edifícios no Martim Moniz, tenho a certeza que os serviços centrais conseguem bater esse número com uma perna atrás das costas.

    O buraco vai ser tal que a TAP vai parecer uma pechincha da feira.
  6.  # 8

    Colocado por: HAL_9000O estado interviu mais nos arrendamentos nos últimos 7 anos do que nos 15 anteriores? Eu ia jurar que desde a Lei Cristas que passou a inetrvir cada vez menos, e o problema da habitação não só não foi resolvido, como se agravou muito significativamente.

    Eu acho que a única forma legítima de o estado intervir na habitação é aumentando a oferta. Mas o aumento no preço da habitação que se observou desde 2015, não teve a ver com mais intervenção do estado junto dos senhorios.


    Os efeitos da intervenção do estado não são instantâneos nem se resolvem instantaneamente, além de concorrerem com outros fatores.

    Como sempre HAL, pensas de forma demasiado simplista.
  7.  # 9

    Colocado por: zemvpferreiraa malta quer passar ainda mais coisas para a tutela do estado.
    A malta não quer. A malta não tem alternativa.
    -Se não quer impedir estrangeiros de cá comprarem
    -Se não quer deixar de promover Portugal como o mordomo da europa e dos States
    -Se não quer reduzir a carga fiscal
    -Se as empresas e estado não querem ou não poem aumentar os salários.
    Como é que as pessoas vão pagar o preço que se pede pela habitação?

    Depois os dados dos outros países membros, indicam isso mesmo. tem de haver mais estado na habitação. Em portugal, no total de alojamentos o parque público representa 2%.

    Países baixos: O total de habitação social no país corresponde a 29,1%.
    Áustria: regista 24% de habitação social, sendo que em viena representam 60%.
    Bélgica: 24%
    França: 18%, sendo que em Paris a habitação pública representa actualmente 25% da oferta, e tem estabelecida uma meta de 40% de habitação pública, incluindo 30% de habitação social e 10% de habitação intermédia, até 2035.
    Reino Unido: 20%
    Dinamarca: 20%
    Suécia: 18%
    Alemanha: 17%

    Em todos estes países onde se vivem com muito mais pdoer de compra que Portugal, a oferta de habitação Pública é incomparavelmente superior à nossa. Os 3.2 mil milhões eram muito mais bem empregues em parque habitacional público, do que na TAP, cujo retorno, tardamos em ver.

    Qual é a solução que o Zemvpferreira preconiza?
    É que se tiver uma, a nova ministra da habitação deve preciar de uns assessores. Há dias vi a intervenção dela, e sinceramente parece-me bastante perdida entre defender que todos têm o direito a morar no chiado e pensar efectivamente em alguma solução.
    Concordam com este comentário: NLuz
    Estas pessoas agradeceram este comentário: ricardo.rodrigues
  8.  # 10

    Colocado por: ferreiraj125Como sempre HAL, pensas de forma demasiado simplista.
    Pelo menos penso, não me limito a debitar slogans lidos num qualquer compêndio de economia que preconiza receitas que tanto se aplicam a Angola como aos EUA.

    Pode argumentar o meu comentário, mas dizer apenas "Como sempre HAL, pensas de forma demasiado simplista", não é um argumento com grande sustentação.
  9.  # 11

    Colocado por: HAL_9000A malta não quer. A malta não tem alternativa.


    Claro que tem. Aligeire-se o ónus da construção e da reabilitação e deixe-se a malta trabalhar. Faça-se a infraestrutura mínima para tornar zonas desocupadas da AML mais atraentes.

    Ainda hoje estive num terreno (ex propriedade militar) que está devoluto há 60 anos em plena Lisboa central à espera de resolução com a CML e com o governo. Tem espaço para 10 edifícios de habitação facilmente. Como esse há outros mil. Sem falar na propriedade prime que o governo ocupa para (maus) serviços e que bem podiam ser passados para outro lado.

    Só no terreno onde está a estação de combois de Campolide cabiam umas dezenas de milhares de pessoas. Porque é que a estação não é subterrânea como seria em Tokyo ou Hong Kong? Porque é que um pedaço fundamental de infraestutura daqueles está rodeado de bairros de lata e descampado?

    Podiam viver o dobro ou o triplo das pessoas na AML sem espinhas. Ou, podiam haver o dobro ou o triplo das casas. Mas construir neste burgo é para malucos e apadrinhados.
  10.  # 12

    Colocado por: zemvpferreiraAligeire-se o ónus da construção e da reabilitação e deixe-se a malta trabalhar. Faça-se a infraestrutura mínima para tornar zonas desocupadas da AML mais atraentes.
    Mas isso eu também defendo. E também requer intervenção do estado.
    Construi recentemente e sei bem os custos apenas em impostos, taxas e taxinhas que isso representa.

    Agora nada disso invalida o que eu disse..o problema está tão grave, que sem o estado começar a intervir pelo lado da oferta, não se vai resolver.
  11.  # 13

    Colocado por: HAL_9000
    Agora nada disso invalida o que eu disse..o problema está tão grave, que sem o estado começar a intervir pelo lado da oferta, não se vai resolver.


    Não sei porquê. Se a oferta for desbloqueada, não é uma resolução para o problema da oferta? Permita a construção simplificada de bairros inteiros para os lados de Vila Franca e vêm empresas de Espanha, Marrocos e França num ano ou dois fazê-los. Até lhe oferecem a ligação com o Metro. Faça uma miserável ponte a ligar o Barreiro a Almada e permita a urbanização daquela zona e vai ver os prédios a aparecer num instante. Tire os ministérios da Praça do Comércio e em 2 meses tem tudo alugado para hotéis de luxo a uma renda que paga a reforma a muita gente.

    Quando há procura, a oferta aparece. É impensável para mim a ideia de que a indústria privada não construiria o máximo possível na AML se tal lhe fosse possibilitado sem estar 4 anos a tratar de licenciamentos e luvas antes de assentar um tijolo. A única razão porque a habitação é escassa é porque é impossível construir em escala neste país. Porra, venda-se o terreno em que está a Marginal Cascais-Lisboa a alguém com o ónus de construírem uma estrada e um comboio subterrâneos a substituir e garanto-lhe que aparecem compradores imediatamente a pagar bem.
    • RCF
    • 24 janeiro 2023

     # 14

    Colocado por: HAL_9000Depois os dados dos outros países membros, indicam isso mesmo. tem de haver mais estado na habitação. Em portugal, no total de alojamentos o parque público representa2%.

    Países baixos:O total de habitação social no país corresponde a 29,1%.
    Áustria:regista 24% de habitação social, sendo que em viena representam 60%.
    Bélgica:24%
    França:18%, sendo que em Paris a habitação pública representa actualmente 25% da oferta, e tem estabelecida uma meta de 40% de habitação pública, incluindo 30% de habitação social e 10% de habitação intermédia, até 2035.
    Reino Unido:20%
    Dinamarca:20%
    Suécia:18%
    Alemanha:17%


    Para não corrermos o risco de analisar estes dados com ligeireza, necessitamos de saber o que está incluído nessas percentagens.
    Quer em Portugal, quer nesses outros países, estão a incluir o mesmo tipo de habitação e o mesmo tipo de "Estado"?
    Por exemplo, as casas que as forças armadas disponibilizam a militares, estão incluídas? E as disponibilizadas pela PSP e GNR? E as disponibilizadas por empresa públicas como a CP e a IP?
    E, especialmente nesses outros países, estão também incluídas as casas disponibilizadas por empresas (privadas) aos seus funcionários? Não serão propriamente casas do Estado, sendo de empresas privadas, mas não deixa de ser habitação social...
    Esses números, sem mais explicação, não me dizem muito...
  12.  # 15

    Colocado por: RCFnecessitamos de saber o que está incluído nessas percentagens.
    Tratam-se de percentagens de "parque habitacional público". Creio que não é difícil de perceber o conceito. Até pode adicionar em Portugal as casas da GNR, psp, militares, com que não vai aumentar os 2% para os 17% sequer.

    Obviamente que nesses países o parque habitacional publico não são as casas para dar ao Zé Lelo para ele destruir. São casas para arrendar, na verdadeira ascenção do termo.

    O que a si não lhe diz nada. A mim diz-me bastante. Por cá não há oferta de habitação pública que permita regular o mercado.
  13.  # 16

    Olivais e Marvila é quase tudo construção social. Muitos dos fogos habitacionais foram vendidos aos seus ocupantes passados X anos, ou construidos em regime cooperativa com cedencia de terreno. Seguramente não estão incluidos nesses 2% porque já não são propiedade do estado, mas não deixa de ser habitação social na minha opinião, mercado livre não foi certamente.
    Concordam com este comentário: zemvpferreira
  14.  # 17

    Colocado por: HAL_9000E na sua opinião isso não tem nada a ver com aquela promoção de Portugal e com a vinda de estrangeiros endinheirados?

    A inflação a partir de determinado ponto é psicológica, isso funciona também para o imobiliariao ou não?

    Óbvio que no são só os 7000 americanos, a que se somam os suecos,os franceses, os vistos gold, etc. Ė todo o ambiente que se cria e que contagia todo o mercado habitacional.
    Os preços da habitação em Portugal aumentaram ao dobro da velocidade da média europeia, isso quer dizer o que? Que os portugueses têm o dobro do poder de compra? Que tiveram acesso a dinheiro a metade do preço?
    Não me parece.


    Até podem ser 70'000... acho que no final são peanuts, mas servem bem para levar com a raiva da malta que não tem um tostão para comprar nada. Discutir os vistos gold e afins, para mim só serve para desviar a atenção e o foco daquilo que realmente interessa.
    Mas e então, naquelas cidades de 2ª e 3ª linha, que não aliciam em nada os tais estrangeiros endireinhados, os preços também sobem, porque será? O que lhe parece nesse caso?

    Eu até acredito que esses tais estrangeiros tenham impacto em meia dúzia de freguesias deste país... por se concentrarem muito, e serem em numero significativo para os fogos disponíveis. Agora é precisamente essa concentração que os faz ser insignificantes no contexto do aumento dos preços que o país vive. País, que a meu ver é muito mais que meia dúzia de freguesias de AML, AMP ou Algarve.
  15.  # 18

    Colocado por: HAL_9000Óbvio que o país ganha com o "investimento" estrangeiro. O problema surge quando até a tasca que tira uma bica mal tirada, pensa que já tira os "late machiatos" da moda (e o anuncia assim mesmo à moda da tasca) e aumenta os preços porque sim, porque existe essa possibilidade.

    Atrair investimento estrangeiro sacrificando completamente a qualidade de vida dos nacionais, parece-me um erro crasso. Em termos de habitação, neste momento, nem para comprar nem para arrendar.
    Acha que temos grande futuro quando os jovens se vêem obrigados a ficar em casa dos papas até depois dos 30?

    Óbvio que a solução teria de ser pelo lado da oferta, mas o governo que temos, no que a habitação diz respeito não tem a mínima capacidade ou sequer estratégia para a aumentar. Nao sei se a solução passa por promover menos Portugal no estrangeiro, sei que continuar a insistir no mesmo que se de nos últimos 5 anos, pode ser um erro para os que já cá estão.


    Já cansa a conversa do coitadinho e da vitimização.
    E ainda cansa mais a conserva de que a culpa é dos estrangeiros, sejam eles tesos (que vêm roubar os trabalhos aos nacionais), sejam eles ricos (que vêm comprar o que o nacional não pode, e gozar da reforma).

    Mas e quem vende a bica? Como é? Esse não merece disfrutar nas vacas gordas?
    E o que vende o barraco mais caro ao estrangeiro? Tem agora que lhe fazer caridade?

    Estamos a tapar o sol com a peneira. Pode ser válido para localizações muito pontuais, mas não é de todo algo significativo no contexto do território todo.
  16.  # 19

    Colocado por: HAL_9000A malta não quer. A malta não tem alternativa.


    Outra vez arroz...

    No limite o Estado nem precisava de fazer nada.
    Aliás, se fizesse menos até ajudava. "Não estorvar" é uma virtude.

    Se em vez de 23% de IVA na construção fosse 4 ou 5... se o IMI fosse metade, se o IMT fosse um terço, se as taxas dum licenciamento não fossem a obscenidade que são... Só em impostos, por vezes está a diferença entre um casal necessitar de socorrer-se dum banco ou não... Quando o Estado fica com impostos na construção duma casa, que davam para comparar um terreno... de pouco adianta estar aqui a culpar o reformado rico que vem do estrangeiro.

    Idem para a obscenidade em impostos com o arrendamento. 28%?

    E agilizar os processos?
    O que justifica um projecto levar 5, 6, 10 meses para receber luz verde?
    Como se justifica que cada Câmara tenha a sua própria lei, a sua própria plataforma e requisitos de instrução?
    Como justifica sequer que haja 300 câmaras para míseros 10 milhões de habitantes, cada uma como uma data de gente dentro a olhar para o relógio, que precisa de autorização do superior para tudo... sem se pensar regionalmente. Cada um olha para o seu canteiro e pouco mais.
    Como justifica que usemos leis com 70 anos (RGEU por exemplo), como que se o modo de viver ou necessidades fossem os mesmos do pós-2ª guerra mundial?

    Ainda querem mais Estado?! Para quê?
    Levamos uns dois meses em que é raro o dia que não surja um escândalo novo...
    Ainda quer que "metam mais a mão"? Deixe os estar quietinhos...

    As empreitadas são uns dos melhores veículos para passar comissões, luvas, etc... ajustes directos, "concursos"... ainda quer pô-los a construir?
    Nem sequer olham para o ordenamento do território com olhos de ver... Afinal "urbanismo" não é mais que uma palavra bonita. E dar-lhe uso? Redistribuir os empregos, a indústria, descentrar de Lisboa e Porto, mas aglomerar as vilas e cidades pequenas... aí é tudo tão disperso, difuso... O tecido habitacional é pouco eficiente e paradoxal, ora é demasiado concentrado, ora é demasiado estendido.

    Há países, que permitem por exemplo uma flexibidade muito maior aos projectistas e promotores...
    Que podem ultrapassar os índices definidos em PDM, densificando mais (lucrando mais), em troca da disponibilização de alguns dos apartamentos a preços acessíveis por exemplo.
    Por Portugal, por vezes é-lhe impedido de construir duas casas num terreno só por exemplo... Exigindo que se faça destaque... na velhinha e conservadora visão: "um terreno, uma casa". Ou nas complicações que surgem quando opta por uma propriedade horizontal... Ou nas artimanhas e candongas que se vê por aí fora, tanta obra ilegal. Não é que justifique as ilegalidades, mas muitas vezes isso advém dalguma teimosia ou estupidez regulamentar.

    Há tanto por onde o Estado pode começar... e nem representa propriamente um custo para o erário publico, nem construir bairros sociais... pode começar a olhar para sí próprio e ver o que pode desfazer, alterar, etc...

    Também pode dar melhor uso a muito terreno que tem a ganhar mato...
    Ou aos edifícios que possui...
    Disponibilizando-os, vendendo ou arrendando à iniciativa privada. Ou pública com fins lucrativos.
    Concordam com este comentário: Carvai, madjes
  17.  # 20

    Colocado por: HAL_9000Depois os dados dos outros países membros, indicam isso mesmo. tem de haver mais estado na habitação. Em portugal, no total de alojamentos o parque público representa2%.

    Países baixos:O total de habitação social no país corresponde a 29,1%.
    Áustria:regista 24% de habitação social, sendo que em viena representam 60%.
    Bélgica:24%
    França:18%, sendo que em Paris a habitação pública representa actualmente 25% da oferta, e tem estabelecida uma meta de 40% de habitação pública, incluindo 30% de habitação social e 10% de habitação intermédia, até 2035.
    Reino Unido:20%
    Dinamarca:20%
    Suécia:18%
    Alemanha:17%



    Já agora, qual é a percentagem de agregados que têm casa própria ou estão a viver em casa alugada, nesses países todos? Não será Portugal um dos países onde há mais proprietários? Seria interessante saber isso.
 
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