Como é que se faz isto tudo? Como é que se muda esta cultura do "primeiro eu"?
Colocado por: J.FernandesNa minha opinião, a via para começarmos a melhorar as nossas finanças e a nossa economia, é a redução drástica da despesa do Estado e privatizar tudo o que não for essencial manter na esfera estatal, exemplos:
1. Despedimento de funcionários públicos, em especial chefias e funcionários de agências, comissões e outros que não têm utilidade;
Colocado por: J.Fernandes2. Privatização da RTP, TAP e outras do género;
Colocado por: J.Fernandes3. Venda de todo o património do Estado não essencial ao seu funcionamento;
Colocado por: J.Fernandes4. Fim de uma série de subsídios do Estado a fundações, cinema, teatro, associações culturais, jornais locais e outros;
Colocado por: J.Fernandes5. Fim da subsidiação do preço de transportes públicos- estes devem reflectir o preço real;
Colocado por: J.Fernandes6. Criação de vouchers, ou qualquer outro esquema, para a saúde e o ensino - o contribuinte deve ter o direito de optar entre os vários hospitais públicos e privados, bem como as escolas para os seus filhos;
Colocado por: J.Fernandes7. Redução de regalias (carros, motoristas, cartões de crédito) para os altos cargos políticos e da administração pública;
Colocado por: J.Fernandes8. Alteração da lei laboral - mais facilidade e liberdade na contratação e despedimento só trará mais emprego;
Colocado por: J.Fernandes9. Salários dos funcionários públicos indexados, não à inflação, mas à produtividade;
Colocado por: J.Fernandes10. Descida do IRC e IRS, assim que a redução da despesa pública o permita;
Colocado por: J.Fernandes11. Desburocratização e simplificação de tudo o que esteja relacionado com as empresas;
Colocado por: J.Fernandes12. Sistema de justiça com mínimo de eficácia (isto já é pedir de mais);
Colocado por: Jorge RochaPensava eu que ía falar nos responsáveis do BPN...que afinal não era uma instituição do estado,e que por incrível que pareça,foi uma instituição nacionalizada que segurou não só o BPN como o próprio país atravéz de créditos estatais...parece que os exemplos da Islândia,Estados unidos,e Europa em 2008 ainda não foram compreendidos...afinal foram as instituições nacionais que seguraram as instituições financeiras privadas com custo para os contribuintes leigos em finanças que nada têm a ver com o problema.
Colocado por: Jorge Rocha
Para beneficiar futuros Amorins?(Não obrigado)
Colocado por: luisvvUm diagnóstico demolidor, de Pedro Arroja:
"Escolhem um curso de uma forma totalmente egoísta, de acordo com as suas preferências e gostos pessoais, ..."
Colocado por: J.FernandesLá vem a história do BPN outra vez.
Colocado por: J.FernandesAfinal os que querem empresas e bancos na mão do Estado não deveriam ter ficado felizes por se ter nacionalizado este banco?
Colocado por: J.FernandesEu sempre tive a mesma opinião sobre este assunto - a grande asneira foi não ter deixado as coisas seguirem o seu curso normal,
Colocado por: J.Fernandesdeixar falir o banco, os prejudicados recorriam à justiça e ao fundo de garantia de depósitos, mas o Estado em caso nenhum se devia meter.
Colocado por: J.FernandesNão, para beneficiar gente como eu e você, que tem que andar a pagar cada vez mais impostos para manter uma multidão de subsídio-dependentes.
Colocado por: J.FernandesMas já vi que você quer debater este assunto com o mínimo possível de profundidade, quer é mandar para o ar umas palavras de ordem, contra os gatunos dos capitalistas, está é muito preocupado com os "Amorins" e os paraísos fiscais.
Colocado por: Luis K. W.Isto é, ainda vale a pena estudar.
Colocado por: luisvvUm diagnóstico demolidor, de Pedro Arroja:
Serão de facto os jovens actuais a geração mais bem preparada de sempre? Sem dúvida, mas apenas no sentido em que, em números absolutos e relativos, não só nunca houve tanta gente a saber ler e escrever, como também nunca houve tanta gente munida de licenciatura, mestrado ou doutoramento.
Não é, porém, menos verdade que o licenciado médio de hoje sabe muito menos que um licenciado da mesma especialidade há meio século atrás. Vou mesmo mais longe: raros serão os detentores de uma licenciatura ou mestrado de hoje que se equivalem ao licenciado médio dessa época não muito longínqua.
Em contrapartida, uma vez ingressados no mercado de trabalho, os jovens de hoje rapidamente adquirem níveis de qualificação profissional comparativamente elevados, dado que o mundo laboral é hoje incomparavelmente mais exigente e enriquecedor. Digamos que essa circunstância feliz acaba por compensar o handicap à partida.
Faz falta, porém, aprofundar um pouco o que significa essa alegação, frequentemente invocada pelos próprios para fustigarem quem os não emprega, segundo a qual eles seriam “os mais bem preparados de sempre”.
Quem se prepara, prepara-se para alguma coisa. Ora parece indiscutível que os jovens podem ter sido preparados para muita coisa, mas não exactamente para a realidade em que acabaram por aterrar.
Afloramos aqui um problema sério e difícil, que é este: a escola forma os estudantes ao longo de quase vinte anos para um mundo que, a bem dizer, não sabe qual virá a ser. De modo que, de tanto se esforçar por prepará-los bem para o mundo de há vinte anos, não os preparou para o mundo actual.
Muitas indústrias, actividades, qualificações e profissões desapareceram ou migraram entretanto para outras paragens. Outras brotarem do solo como por milagre ou vieram cá parar. É indispensável, por isso, alterar os planos originais de carreira, em vez de persistir aferrado a projectos cujo tempo passou.
Em certas actividades – precisamente as mais criativas, associadas quer às ciências quer às artes – a estrutura empresarial é por natureza frágil e provisória. Não é razoável contar-se aí com emprego estável.
O mercado interno é insuficiente para justificar cada vez mais actividades empresariais, de modo que faz falta mais gente que queira ir lá para fora vender em detrimento de jantar em casa da mãe.
As qualificações desvalorizam-se hoje com grande rapidez. Não há futuro para aqueles “estudantes” que nunca leram um livro completo durante todo o curso e se convenceram de que não precisam de aprender mais nada o resto da vida. Ora parece que se encontram nessa circunstância uns 80% dos nossos jovens.
O facto de o mundo ter mudado tanto não é, obviamente, “culpa” de ninguém, mas já há uma evidente falta de responsabilidade quando insistimos em ignorar como são hoje diferentes as coisas e, logo, nos recusarmos a fazer o que precisa de ser feito para reagir às mutações que não previramos.
Neste ponto, parece que estamos de facto perante uma das gerações pior preparadas de sempre.
Colocado por: luisvva Segurança Social é um esquema de pirâmide tipo Dona Branca