Colocado por: Samu38Eu também tenho algumas suspeitas.
Uma delas, é a de que a princesa, que se inscreveu recentemente no fórum,
Colocado por: jorgferrEu do CC e companhia nao tenho pena nenhuma e sabe porque? porque eles com recursos nunca chegarao a ir presos,alem que parece que os casos acabam por prescrever. A justiça em Portugal nunca funcionou mas so agora que bateu á porta de pessoal da "alta" é que se diz mal de tudo. Quem tem dinheiro nao vai preso e pronto, quem nao tem esta lixado.
Eu ate chego a pensar que em caso de duvidas os juizes optaram por condenar porque sabem que os casos vao preescrever. Assim fez-se a vontade da opiniao publica, eventualmente os arguidos ate sao mesmo culpados, a justiça supostamente ganha credibilidade na opiniao publica e ao mesmo tempo se os arguidos forem inocentes tambem nao vao presos e ponto final.
Colocado por: Samu38Posso duvidar, não disse que tinha certezas.
Tal como a princesa desconfia da justiça eu desconfio de si... e faço a pergunta.
Já disse que não veio cá para isso... Óptimo...
rudolfo há 3 dias # 276
o princesa
nao te chateia con eles ,anda con migo nu fin do mundo fazer o que os dois queremos
A adaptação de JPL à Casa Pia de Lisboa não é fácil. Referências às atitudes anti-sociais que envolvem este educando vêm de longa data. Começam em 1992. De Setembro de 1992 a Julho de 1993, o educando fugiu 18 vezes do Lar.
Em Setembro de 1992 as tendências de comportamentos perversos já se manifestavam.
Constam dos registos do Lar que o JPL, no Colégio Nuno Alvares, levava os colegas para os WC e obrigava-os a brincar com o seu órgão sexual.
Os anos que antecedem a sua expulsão, de Janeiro de 1998 a Março de 2000 encontram-se registados pelos Educadores
1998
Janeiro -O educando obrigava ou ele próprio baixava as calças às raparigas para as ver despidas, apalpando-as seguidamente;
Março - O educando roubou sucessivamente três telemóveis de professoras;
Abril - O educando roubou uns Walkmans a um grupo de jovens que visitou o Colégio;
Maio - O educando furta um boné em Belém;
Junho - O educando foge do Lar. No mesmo mês, trata com agressividade e malcriadamente os educadores afirmando que ninguém manda nele;
Julho - O educando foge do Lar e temporariamente esteve ausente (do Lar e das aulas);
Agosto - O educando vai passar uns dias com a tia roubando-lhe coisas para posteriormente vender;
1999
Fevereiro - O educando é mal-educado para com o monitor e tenta agredi-lo;
Abril - O educando arromba uma porta de uma sala de aulas para furtar e foi mal-educado com o funcionário que o apanhou;
Maio - O educando foge do Lar durante a noite e vai ter com o irmão mais velho que é homossexual;
Junho - O educando foge de novo do Lar e vai refugiar-se no Casal Ventoso;
Julho - O educando furta do Lar Gil Teixeira Lopes uma bicicleta e uns ténis a um colega;
Agosto - O educando leva para casa da tia vários toxicodependentes que a levaram a solicitar a intervenção da polícia;
Setembro - O educando furta do Colégio 8.000$00;
Novembro - O educando participa numa agressão colectiva a um colega;
2000
Janeiro - O educando fecha uma professora na sala de aulas e é agressivo para com o funcionário que intervém em sua ajuda;
Fevereiro - O educando pede ao Educador de serviço para sair, este não o autoriza, o
João foge do Lar e só aparece à noite. Em reunião do conselho de turma todos os intervenientes afirmam que não podem aturá-lo, que não conseguem cumprir a sua missão pelos sucessivos conflitos.
Fevereiro - Assume ter relações sexuais com um homossexual a troco de 5.000$00. O educador de serviço tenta saber mais informações sobre esta situação e recebe como resposta agressividade batendo-lhe com a porta do seu quarto com violência. O educador abre a porta e repreende-o. Contudo, o João utilizando palavrões ofende o educador que lhe dá um abanão. O educando, foi participar do educador à polícia que se deslocou ao Colégio para identificar o educador e proceder à respectiva participação.
Março - O educando molesta uma senhora em Belém e tenta agredir o marido da senhora. Esta situação mereceu a intervenção da polícia que se desloca ao Colégio para identificar o JPL e proceder ao levantamento de auto de averiguações.
É apanhado com droga dentro do Colégio e no processo de expulsão de JPL pode ler-se que o mesmo tem "comportamentos infames características de um delinquente altamente perigoso nas suas relações com os restantes educandos (...) Nem um acto de arrependimento, nem um gesto de compreensão pelo empenhamento e apoio que lhe tem sido prestado pelos profissionais do Colégio. Reagiu como um pequeno marginal. Ameaçando, na presença da educadora, o director do Colégio, afirmando, "se me denuncia eu mando tratar de si.""
Em conclusão, sobre JPL, o director escreve que entende ser "altamente perigoso para a saudabilidade dos cerca de 1500 jovens que estão à nossa responsabilidade, mantê-lo na instituição."
O Rudolf quer é paródia :D E não é ele o único utilizador que referi que sabe o meu nome e já falou comigo pelo menos uma vez ;) É outro. :)
Colocado por: PBarata...Gaita!
Para já uma conclusão.
Não existe efectivamente uma única prova fisica contra CC.
Nada, nem um telefonema, uma foto, um papel, NADA...
Colocado por: Luis K. W.Gaita!
É , portanto , realmente, a palavra dele contra a palavra dos prostitutos-toxicodependentes-e-do-colaborador-do-Bibi ?!?
Aquela declaração do «jovem» casapiano com ar efeminado que apareceu no prós e contras de há dias, ao dizer que lamentava que algumas das outras vítimas tivessem «exagerado um bocadinho» (para que dessem mais atenção ao caso deles), cada vez me parece mais significativa.
Colocado por: Samu38
Obrigado pela resposta que dá sem se enfurecer...
A forma "soft" como reagiu às minhas suspeitas (desagradáveis) prova que tem bom senso. Uma consciência limpa traz sempre serenidade...
Assim sendo, vou suspeitando cada vez menos... lol
Isso é uma má conclusão. Se me conhecesse saberia que fervo em pouca água e que o seu comentário me poderia ter metido furiosa em 2 tempos... Não é por aí...
Para me irritar, falta-lhe como diz o outro, um bocadinho assim _
Colocado por: Samu38
Cara princesa.
Então porque é que não disparou em todas as direcções quando a interpelei daquela forma?
Como advogada reconhece o direito à suspeição? É isso?
Ainda foi dizendo que me metia no xelindró. Também não me assustei nada com isso... Tentar enfiar-me no xelindró por eu dizer que suspeitava disto ou daquilo?.
Essa era uma causa que a princesa não ia ganhar, aposto! lol
Depois o que mais aqui vejo são suspeitas. Toda agente suspeita de gente concreta (juízes, testemunhas, arguidos) e não de pessoas que se apresentam apenas com pseudónimos.
Quando suspeitei, estava a suspeitar de uma Princesa, que não é uma identidade real, logo não poderia nunca processar-me por lhe estragar a sua reputação.
Mas até acredito que me posso ter enganado. Assim sendo, fui injusto e irritei-a.
Podia ter feito com que se fosse embora.
E, parece que há aqui muita gente que gosta de a ler e dos seus esclarecimentos.