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  1.  # 741

    Colocado por: HAL_9000Nada a argumentar contra. Mas o N Miguel Oliveira diz amiúde que as pessoas querem é fazer o barraco, investir no barraco, comprar o barraco. Mas não há um português que construa uma casa em condições em Portugal?


    Barraco no sentido de abrigo. Não de estar bem ou mal feito. Em tamanho até acho que são palácios para os tais rendimentos baixos de que fala.
  2.  # 742

    Colocado por: Jose_BM

    Acho que tambem é influenciado pelo tamanho dos terrenos, quando há muito espaço ha mais tendência para fazer grande..

    E depois as pessoas pensam na casa com os filhos e não se lembram que isso é passageiro, os meus pais construíram no inicio da década de 90, cerca de 300 m2+ divididos por res de chão e primeiro andar, vivemos lá 4 pessoas uns 10 anos e agora eles vivem os 2 e usam apenas uns 50 m2 no rés de chão, e como diz a manutenção daquilo é brutal, se fosse hoje tinham construído apenas o res de chão.
    Também conheço o caso contrario. Os filhos não conseguiram ou quiseram sair de casa, e agora os pais vivem num piso, os filhos nos outros. Assim só de repente lembro-me de 5 casos assim.

    Outros ainda abriram negócios nas antigas garagens e é daí que complementam o ordenado. Outros abriram também na garagem antiga a primeira clínica do filho, que agora já tem um grupo com 6 clínicas.
    Outros ainda dividiram a casa e arrendaram uma parte depois doa filhos saírem.

    Conheço exemplos de todas estás situações, e imagino que nenhuma estivesse planeada a partida. Eram vistas como possibilidades.

    Tudo depende. O problema é que nunca conseguimos prever o futuro.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: AMG1
  3.  # 743

    Colocado por: AMG1Esta discussão está muito interessante, mas muito sinceramente é só mais do mesmo.

    - o rendimento da maioria dos portugueses é pequeno e depois do essencial sobra pouco;
    - as casas estao caras por causa do crédito;
    -a malta comprou e construiu como se não houvesse amanhã, porque "era para a vida";
    - os bancos tem culpa porque emprestaram o dinheiro que as pessoas queriam;
    - o governo tem culpa porque os impostos sao altos;
    - O BCE tem culpa porque sobe o juros;
    - todos tem culpa, menos eu que sou um desgraçado.

    Mas está tudo certo. Afinal fomos nós que inventámos o fado e nao deve ter sido por acaso!
    E soluções?

    Viver com menos, comprar menos, sonhar menos? Adaptar-se, encolher, apertar o cinto….austeridade, austeridade...aí aguenta aguenta.

    Qualquer dia só podemos aspirar a comprar o pão pela manhã, devemos resignar-nos com a nossa pobreza e não estrebuchar muito.

    Engraçado que em todas as crises os rendimentos do trabalho são sempre os primeiros a ser sacrificados e as pessoas acusadas de viverem acima das suas possibilidades. Eu imagino que as pessoas estavam a viver em função do poder de compra que tinham. Pois se perdem poder de compra por factores que lhes são alheios, terão culpa em algumas decisões que tomaram, mas não são as culpadas do contexto económico do país/Europa/mundo que as atira para o charco.
    Se podiam ter-se precavido mais claro que sim. O problema é o nível de rendimentos ser baixo, e que tudo sacrifica, até a prevenção.

    Quer saber o que realmente está mal no mundo é isto: num ano em que as pessoas teem dificuldades em manter necessidades tão básicas como a alimentação e a habitação, a Galp vai distribuir 900 milhões aos accionistas. Nem questiono que eles devam ter lucro pelo investimento que fizeram, questiono é a forma como esse lucro é obtido.

    https://observador.pt/especiais/galp-quer-distribuir-900-milhoes-aos-acionistas-por-resultados-obtidos-em-ano-de-precos-recorde/

    Reclamar não que se faz papel de coitadinho, então é assumir que está tudo bem, e que a habitação não é um problema em Portugal
    Basta ver a quantidade de jovens entre os 25 e os 35 que há neste país com trabalho estável, casa e família constituída para perceber que a gestão da coisa está a ser bem feita.
  4.  # 744

    Colocado por: HAL_9000Como já referi antes eu moro numa de 65 m2 e sem previsões de mudança, por isso eu sei o que é viver numa casa pequena.
    claro que 65m2 sao pequenos, mas passar de 65m2 para 300 e tal provavelmente nao era necessário.
    Eu tenho atualmente 75m2 úteis e passar para 170m2 ja acho um exagero e um assumido capricho e não necessidade.
    Por isso se um dia me queixar do custo que a casa representará para mim não poderei dizer “ah e tal mas temos de viver em algum lado”
  5.  # 745

    Colocado por: DR1982claro que 65m2 sao pequenos, mas passar de 65m2 para 300 e tal provavelmente nao era necessário.
    Eu tenho atualmente 75m2 úteis e passar para 170m2 ja acho um exagero e um assumido capricho e não necessidade.
    Por isso se um dia me queixar do custo que a casa representará para mim não poderei dizer “ah e tal mas temos de viver em algum lado”

    Só nao percebo é, entender o problema, saber que será um problema, e mesmo assim contribuir para o problema.
    Imagine o tamanho do problema se o problema tivesse 300 e tal m2 brutos.
    170 uteis é um problema muito mais pequeno.
    Enfim. Os portugueses a assobiar para o lado.
  6.  # 746

    Colocado por: Sirruper
    Só nao percebo é, entender o problema, saber que será um problema, e mesmo assim contribuir para o problema.
    Imagine o tamanho do problema se o problema tivesse 300 e tal m2.
    Enfim. Os portugueses a assobiar para o lado.
    Nao sei se percebi, eu se acha-se que iria ser um problema para mim estava quieto!
  7.  # 747

    Colocado por: DR1982mas passar de 65m2 para 300 e tal provavelmente nao era necessário.
    na verdade a casa para onde provavelmente irei morar no futuro tem 165 úteis. Fiz 73 m2 brutos à parte parte que se destinam a outro fim e portanto não entram nestas contas.

    Os meus 65 actuais são brutos, úteis devem ser 50m2 ou coisa que o valha. Mas ainda assim seria triplicar a área disponível de facto.

    Mas os 165 úteis chegam e sobejam para morar com imensa qualidade. Ainda que deva admitir que morando no campo da sempre falta espaço para arrumar ferramentas, toldos,lenha, batatas, cebolas, etc... Aí há que admitir que se eu tivesse dinheiro de sobra teria feito um anexo para esses fins. Assim foram feitas concessões.

    Pronto, não se vai queixar então. Não invalida que a habitação seja cara em Portugal.se você tivesse de gastar o mesmo dinheiro a construir 60m2 em Loures por exemplo, já tinha legitimidade para se queixar?

    Cada um sabe o esforço que faz para ganhar o dinheiro e por isso gosta de o ver bem aplicado. O Dr1982, se bem me recordo emigrou. E isso custa distância da sua família, portanto é perfeitamente legítimo que tente dar a sua família o máximo de conforto que consiga e que não tenha de se contentar com 75m2 úteis, que dando para o gasto, não são perfeitos.

    Por exemplo na.minja casa paguei 43 mil euros de IVA. Eu sei exatamente quantos dias, quantas horas de trabalho que custa a juntar numa conta esses 43 mil euros, quantas férias perdidas em que a esposa vai sozinha, quantos almoços de família a que faltei, quantas diretas. Por isso é normal que ache exagerado o valor pago, quando depois o retorno é reduzido.
    Depois há imponderáveis,a minha decisão de construir a casa contou com a possibilidade da Euribor a 5%, mas no contou com uma perda de poder de compra na ordem dos 7% que é o que irei sofrer este ano. Vai dar para aguentar? Vai, mas a cada não se vai pagar nos anos que eu tinha previsto. Acho perfeitamente legítimo expor a minha opinião, ainda que ela seja motivada por frustração de expectativas.
  8.  # 748

    Colocado por: HAL_9000na verdade a casa para onde provavelmente irei morar no futuro tem 165 úteis. Fiz 73 m2 brutos à parte parte que se destinam a outro fim e portanto não entram nestas contas.

    Os meus 65 actuais são brutos, úteis devem ser 50m2 ou coisa que o valha. Mas ainda assim seria triplicar a área disponível de facto.

    Mas os 165 úteis chegam e sobejam para morar com imensa qualidade. Ainda que deva admitir que morando no campo da sempre falta espaço para arrumar ferramentas, toldos,lenha, batatas, cebolas, etc... Aí há que admitir que se eu tivesse dinheiro de sobra teria feito um anexo para esses fins. Assim foram feitas concessões.

    Pronto, não se vai queixar então. Não invalida que a habitação seja cara em Portugal.
    Voce é que tinha falado nos 300 e tal m2 atrás…
    La está, se fizesse um anexo para esses fins quantos anos é que iria levar para amortizar o investimento ?
    Ainda assim 165m2 é demasiado para ser considerado uma necessidade, é um capricho e como tal acho pouco acertado sugerir que o estado devesse suportar os custos com os caprichos das pessoas
  9.  # 749

    Colocado por: HAL_9000Não invalida que a habitação seja cara em Portugal.
    a habitação em Portugal é cara comparada com o que?
    Porque é que ela é cara ?
    Como podia ser mais barata?
  10.  # 750

    Colocado por: DR1982La está, se fizesse um anexo para esses fins quantos anos é que iria levar para amortizar o investimento ?
    Tentei calcular, mas era impossível porque provavelmente nunca. Não ia rentabilizar o anexo. Pelo que só o faria se tivesse capital disponível. E por isso é que não o fiz. A agricultura para mim, até ver é só um gosto e um desejo de fugir ao trabalho do dia a dia, que é muito mais mental que físico, por isso nunca iria rentabilizar os 25 ou 30k que me custaria o anexo.

    Tudo tem a ver com decisões, e tomamos as decisões que achamos ser mais acertadas a cada momento. As minhas foram ponderadas, e mesmo assim se fosse hoje, teria feito algumas coisas diferentes.
  11.  # 751

    Colocado por: HAL_9000Não invalida que a habitação seja cara em Portugal
    O "mal" é que não é cara... está a "nivelar" pela Europa... A questão é que os apoios e os rendimentos não...
    Exemplo, Alemanha, baixa o IVA da construção para 15% para promover a não evasão... desses 43k de IVA (e se calhar não foi todo, não recrimino de todo) tinhas pago 24k. Olha lá bem a folga que já não te tinha dado no empréstimo!
    Concordam com este comentário: DR1982, HAL_9000, pguilherme, desofiapedro
  12.  # 752

    Colocado por: HAL_9000Tudo tem a ver com decisões, e tomamos as decisões que achamos ser mais acertadas
    mas contra isso nada, eu pessoalmente sou defensor que cada um deve fazer o que achar melhor, ha quem prefira viver de aluguer e ter um bom carro ou estoirar tudo em viagens e sinceramente acho que cada um deve fazer como achar melhor, mas depois temos de assumir as consequências das decisões que tomamos.
  13.  # 753

    Colocado por: DR1982Como podia ser mais barata?


    0 suites.
    0 roupeiros.
    Apenas 2 WCs, sanitários básicos (assentes no chão) e torneiras básicas.
    Cozinha, e bancada desta, tipo ikea.
    Portas tipo montakit simples com 210cm.
    Parede dupla com 2 panos de tijolo de 11cm, e esferovite lá no meio, sem correcção de pontes térmicas.
    Interiores em gesso projetado, e chão de cerâmica mais barata, da coleção Primavera Verão de há 4 anos atrás.
    Telha sandwich.
    Betonagem das fundações contra a terra.
    Ar condicionado chinês.
    Vidro duplo simples e caixilharia mais barata que passar no certificado energético.
    Soleiras em moleanos sem corte térmico.
    Grelhas de ventilação nas caixas de estores.
    Esquentador a gás na cozinha.
    Canalizações e eletricidade à vontade do artista (que isso fica tapado, e os projetos são papel para reciclar).

    Nada de caves, nem muros de suporte de terras, nem churrasqueiras, nem piscinas, nem garagens (uma pérgula é chique) e arranjos exteriores au naturel (vá lá, pode meter um chão de betão feito em obra).
  14.  # 754

    Colocado por: ricardo.rodrigues

    0 suites.
    0 roupeiros.
    Apenas 2 WCs, sanitários básicos (assentes no chão) e torneiras básicas.
    Cozinha, e bancada desta, tipo ikea.
    Portas tipo montakit simples com 210cm.
    Parede dupla com 2 panos de tijolo de 11cm, e esferovite lá no meio, sem correcção de pontes térmicas.
    Interiores em gesso projetado, e chão de cerâmica mais barata, da coleção Primavera Verão de há 4 anos atrás.
    Telha sandwich.
    Betonagem das fundações contra a terra.
    Ar condicionado chinês.
    Vidro duplo simples e caixilharia mais barata que passar no certificado energético.
    Soleiras em moleanos sem corte térmico.
    Grelhas de ventilação nas caixas de estores.
    Esquentador a gás na cozinha.
    Canalizações e eletricidade à vontade do artista (que isso fica tapado, e os projetos são papel para reciclar).

    Nada de caves, nem muros de suporte de terras, nem churrasqueiras, nem piscinas, nem garagens (uma pérgula é chique) e arranjos exteriores au naturel (vá lá, pode meter um chão de betão feito em obra).

    Credo... :/
    Construir como em 1990 portanto... e continuar em casas sem conforto... :/
    e o pior... Não vai custar o mesmo que em 1990(!)
  15.  # 755

    Colocado por: DR1982Ainda assim 165m2 é demasiado para ser considerado uma necessidade, é um capricho e como tal acho pouco acertado sugerir que o estado devesse suportar os custos com os caprichos das pessoas
    Eu assumo já que no meu caso, e neste momento é um capricho porque se trata de uma segunda habitacao.
    Mas imagine este cenário:
    Os 165m2 foram mais baratos que um apartamento de 50 m2 na cidade onde trabalho. Se eu trabalhasse lá e não aqui.
    Lá construir aquela casa era um capricho, mas aqui adquirir o apartamento de 50m2 mesmo pagando mais não era?
    É isso que está a sugerir? A área determina o capricho?

    E se eu lhe disser que uma casa de 200m2 sem aquecimento central, madeiras nobres, PRH, de arquitectura Simples é mais barata que outra de 100m2 mas com todos os confortos acima mencionados, e com uma arquitetura mais trabalhada? A de 200 era um capricho mas a outra não?

    Só queria perceber a lógica. Nem discordo totalmente do que diz, só acho que a análise não pode ser tão simplista.
    Concordam com este comentário: pguilherme
  16.  # 756

    Colocado por: ricardo.rodrigues

    0 suites.
    0 roupeiros.
    Apenas 2 WCs, sanitários básicos (assentes no chão) e torneiras básicas.
    Cozinha, e bancada desta, tipo ikea.
    Portas tipo montakit simples com 210cm.
    Parede dupla com 2 panos de tijolo de 11cm, e esferovite lá no meio, sem correcção de pontes térmicas.
    Interiores em gesso projetado, e chão de cerâmica mais barata, da coleção Primavera Verão de há 4 anos atrás.
    Telha sandwich.
    Betonagem das fundações contra a terra.
    Ar condicionado chinês.
    Vidro duplo simples e caixilharia mais barata que passar no certificado energético.
    Soleiras em moleanos sem corte térmico.
    Grelhas de ventilação nas caixas de estores.
    Esquentador a gás na cozinham.
    Canalizações e eletricidade à vontade do artista (que isso fica tapado, e os projetos são papel para reciclar).

    Nada de caves, nem muros de suporte de terras, nem churrasqueiras, nem piscinas, nem garagens (uma pérgula é chique) e arranjos exteriores au naturel (vá lá, pode meter um chão de betão feito em obra).
    Quase isso, daí pra cima é capricho não é necessidade!

    Disse quase isso porque algumas das más praticas que por ai falou, não se gasta mais ao fazer bem nem implica pessoal especializado.
  17.  # 757

    Colocado por: gil.alvescontinuar em casas sem conforto


    Sem stress, que tem Ar Condicionado.

    E, mais tarde, ainda aplica uns painéis fotovoltaicos.
  18.  # 758

    Colocado por: HAL_9000Eu assumo já que no meu caso, e neste momento é um capricho porque se trata de uma segunda habitacao.
    Mas imagine este cenário:
    Os 165m2 foram mais baratos que um apartamento de 50 m2 na cidade onde trabalho. Se eu trabalhasse lá e não aqui.
    Lá construir aquela casa era um capricho, mas aqui adquirir o apartamento de 50m2 mesmo pagando mais não era?
    É isso que está a sugerir? A área determina o capricho?

    E se eu lhe disser que uma casa de 200m2 sem aquecimento central, madeiras nobres, PRH, de arquitectura Simples é mais barata que outra de 100m2 mas com todos os confortos acima mencionados, e com uma arquitetura mais trabalhada? A de 200 era um capricho mas a outra não?

    Só queria perceber a lógica. Nem discordo totalmente do que diz, só acho que a análise não pode ser tão simplista.
    o que significa capricho? O que é para além do necessário, certo?
    Para mim o necessário é o minimo permitido por lei, quer seja em áreas como isolamento e equipamentos.
  19.  # 759

    Colocado por: HAL_9000E soluções?

    Viver com menos, comprar menos, sonhar menos? Adaptar-se, encolher, apertar o cinto….austeridade, austeridade...aí aguenta aguenta.

    Creio que têm ambos razão e a argumentação apenas difere na franja da população que têm em mente.

    Quando os rendimentos são muito baixos e não há nada onde se possa ajustar/reduzir, se calhar nenhum dos pontos de AMG1 se aplica.

    Por outro lado, quando há alguma folga, infelizmente é frequente que "sonhar mais" se traduza meramente em aumentar os gastos superficiais, em vez de se poupar e investir. Posteriormente, se não correr bem, culpar todos menos o próprio.


    Colocado por: HAL_9000-a malta comprou e construiu como se não houvesse amanhã, porque "era para a vida";

    O único problema deste ponto seria a exposição ao juro, creio. Mas é um risco relativamente baixo e com uma folga para mudança de direcção. O valor dos imóveis, a longo prazo, sobe sempre.
    Se houver (como acontece neste momento) alguma situação adversa, pode simplesmente equacionar-se a venda e passar para o tal imóvel mais pequeno, com a vantagem das mais valias do imóvel anterior.

    É muito comum, claro, mas nunca percebi bem a ideia de "casa para a vida". As condições e necessidades mudam consoante a fase das nossas vidas, porque não assumir e contar com isso?
  20.  # 760

    Colocado por: DR1982o que significa capricho? O que é para além do necessário, certo?
    Para mim o necessário é o minimo permitido por lei, quer seja em áreas como isolamento e equipamentos.

    E a localização, não entra na equação?
 
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